
O Brasil, enfim, começa a acompanhar o crescimento (e amadurecimento) das chamadas startups locais – empresas que têm geralmente em seu DNA a inovação e operam com lógica de experimentação rápida, segunda a qual apenas as ideias que logo se mostram promissoras recebem os maiores investimentos. Até recentemente, empreendedores e investidores brasileiros deslocavam seus negócios – e atenção – para o Vale do Silício, região na Califórnia, Estados Unidos, região que respira tecnologia. Hoje, contudo, os testes começam a ser verificados em solo nacional. O Jornalismo, uma das áreas que mais carece por inovação, acompanha atentamente o setor. Bem distante. Com um binóculo.






