Ello, mais uma rede social ‘anti-Facebook’

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Nas últimas semanas, o gigante invulnerável Facebook conheceu mais um contendor em potencial: Ello. Concebido em 2013 como uma alternativa à maior rede social do mundo (e, pretensamente, uma antítese a ela), o novo rival ganhou destaque após forte adesão da comunidade LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transexuais), grupo descontente com a rede de Zuckerberg por bloquear contas com pseudônimos, em sua maioria de drag queens — o serviço exige nomes reais. A gritaria foi grande e contribuiu para levantar, mais uma vez, a seguinte questão: há, enfim, um concorrente à altura do Facebook? É cedo para dizer. O desejo de ser uma rede ‘anti-Facebook’ é nobre, mas não é nupérrimo. Sonhar em ser a antípoda da plataforma que reúne metade da população mundial conectada não é uma tarefa nada fácil de ser executada.

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Por que o BuzzFeed quer ser (ainda) mais distribuído

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Nesta segunda-feira, o BuzzFeed recebeu um aporte de 50 milhões de dólares da empresa de capitais de investimento Andreessen Horowitz — reconhecida por fazer grandes apostas em startups que se tornam gigantes do setor, casos de Facebook, Twitter e Foursquare. O mais novo investimento faz com que o BuzzFeed dê um grande salto em sua curta história de oito anos de vida: hoje o produto concebido por Jonah Peretti, cofundador do Huffington Post, vale 850 milhões de dólares. A informação ganhou o mundo — e veio acompanhada por um ingrediente que deve ser analisado com uma lupa: a criação de um novo time, o “BuzzFeed Distributed”.

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A Copa dos dados e das previsões — erradas

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O futebol não é uma ciência exata. Mas a segunda edição brasileira da Copa do Mundo já está marcada pelo desfile de dados, estatísticas e projeções — erradas — no universo digital das empresas de Jornalismo. A estatística caiu, literalmente. Mas quem a derrubou? Um futebol vistoso, um entrechoque de estilos opostos que garantem: o que se viu até agora justifica o entusiasmo dos torcedores, mas muito em função do equilíbrio da maioria das seleções. No fim da primeira fase, concluída nesta quinta-feira, já é possível concluir: não há um favorito absoluto para a competição. Muito menos seguir à risca o que os números buscam revelar dentro de campo.

Leia também: Copa das Confederações: faltou inovação
Por um Jornalismo Digital com a essência das startups
As Olimpíadas dos dados

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Curso de Comunicação e Análise de Dados na Era do Big Data na FAAP

Curso de Comunicação e Análise de Dados na Era do Big Data na FAAP

Estão abertas as inscrições para o curso de Comunicação e Análise de Dados na Era do Big Data da Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), projeto do qual serei coordenador, ao lado de Alec Duarte. O programa, com duração de três meses, faz parte do projeto de evolução do curso de Comunicação em Dados (Jornalismo de Dados), ofertado na instituição no fim do ano passado.

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Twitter muda o visual. E fica mais parecido com o Facebook

novo-visual-perfil-twitterNa tentativa de angariar mais usuários, o Twitter anunciou nesta terça-feira sua primeira grande mudança visual no ano. A nova interface, disponível a um grupo restrito de usuários, será aplicada tanto nas versões web como naquelas exibidas em dispositivos móveis. É, sobretudo, uma reprodução fiel ao layout do maior rival, o Facebook.

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Chris Cross, do Guardian, ministra palestra de visualização de dados na Faap

chris-cross-guardian-faapNa próxima quarta-feira, às 19h30, no centro de convenções da Faap, em São Paulo, Chris Cross, designer de interação e um dos profissionais do time de visualização de dados do jornal britânico The Guardian, fará uma palestra especial às pessoas interessadas no universo da comunicação digital. Para se inscrever, acesse o site do Hacks and Hackers e preencha o cadastro. A entrada é gratuita.

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Um cenário — quem diria — otimista para o Jornalismo

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Nesta quarta-feira, o Pew Internet Research divulgou a mais nova edição do The State of The News Media, relatório anual sobre as perspectivas do mercado do jornalismo americano. É a pesquisa mais importante no setor — e discutida aqui, no blog, desde 2008. O levantamento, relativo ao ano de 2013, escancara os problemas do setor, carente de inovações, mas apresenta — quem diria — uma versão otimista do jornalismo por duas razões: titãs acostumados a fazer dinheiro no mundo virtual iniciam investimentos em empresas de mídia e relativo sucesso de novas publicação com DNA digital. Um ponto, no entanto, foi encoberto por uma grande montanha de dados: a capacidade de criar equipes multidisciplinares.

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O que o Facebook quer com uma empresa de óculos de realidade virtual?

oculus-vr-facebookO Facebook surpreendeu o mundo, mais uma vez, ao adquirir por 2 bilhões de dólares a fabricante de óculos de realidade virtual Oculus VR, uma das maiores apostas do universo de games. Desse montante, 400 milhões de dólares foram pagos à vista e o restante, 1,6 bilhão, transformado em 23 milhões de ações do Facebook. A negociação, concretizada pouco mais de um mês depois do anúncio da compra do app de mensagens instantâneas WhatsApp, poderia demonstrar certo interesse da maior rede social do planeta no mercado dos jogos. Engano. Ao arrematar a startup, a companhia reforça sua estratégia: independente do canal, o negócio de Mark Zuckerberg, fundador e CEO do Facebook, é a comunicação.

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Paper é nova estratégia do Facebook para cativar usuários

Paper-aplicativo-Facebook-leitura-noticiasNa semana passada, quando completou uma década de vida, o Facebook apresentou aos mais de 1,2 bilhão de usuários o aplicativo Paper, novo projeto da companhia dedicado à área móvel. Disponível apenas a usuários de dispositivos da Apple com uma conta vinculada ao território americano, o app reúne atualizações de usuários e notícias mais relevantes escolhidas a partir de uma combinação de algoritmos e edição humana – sim, é um trabalho conjunto de editores e robôs. Trata-se do melhor recurso já desenvolvido pela empresa para os dispositivos móveis e uma evidente estratégia de Mark Zuckerberg para estimular os usuários a ficar nas páginas da rede social.

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O pano de fundo do sucesso do Buzzfeed

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Como um foguete, o Buzzfeed se tornou um dos destinos on-line mais visitados do mundo. Principalmente entre os (valiosíssimos) jovens, grupo que – apontam estudos controversos – não curte mais o Facebook. Criado em 2006 por Jonah Peretti, cofundador do Huffington Post, o site já é reconhecido como a bíblia dos modernos: seus textos mesclam notícias a conteúdos descompromissados, humor e, evidentemente, memes. Seu valor: vender distração, assim como fazem seus concorrentes Twitter e Facebook.

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