
Mostrips. Seu slogan diz tudo: seja uma estrela mobile!
O serviço é simples e o resultado interessante.
Você compartilha bons momentos da vida, como fotos e imagens, com várias pessoas do Mundo… (principalmente todos os seus amigos).
Para tal, o internauta deve fazer um registro e inserir imagens ou vídeos para serem compartilhados.
A partir do momento que o site faz o upload, o usuário pode criar tags da foto, como Bar, Balada, Música, entre outros…
Assim, você pode enviar seus arquivos por e-mail, web ou por celular!

O Second Life é um local interessante para negócios e foi certamente pensando nisso que a universidade Mackenzie, criou seu espaço virtual desde o dia 16 de abril de 2007. É a primeira instituição de ensino brasileira a entrar no SL, como consta em seu próprio site. Entretanto, como ainda está só começando, faltam algumas coisas.
Para o Mackenzie se instalar no SL foi necessária a compra de terrenos. Foram comprados dois, um na ilha de Copacabana e outro na Alphaville. O gasto deve ter girado por volta de mil reais pelo tamanho das construções. Existe ainda a pretensão de se montar outra unidade na ilha São Paulo.
Ao nos transportarmos para a ilha Copacabana, percebemos um prédio restrito da universidade. Para qualquer avatar entrar é preciso ter uma senha, geralmente esses locais ficam cercados por faixas vermelhas.
O lugar disponibilizado pela universidade ao lado do restrito, é ainda pequeno, composto pela sala de entrada, como uma recepção, e duas laterais, igual ao da ilha Alphaville.
Ao entrar encontramos, além do site da universidade, o “Guia Escolha sua Profissão”, onde os usuários podem assistir a vídeos que mostram o dia a dia de profissionais formados no Mackenzie e reconhecidos no mercado. Nos outros ambientes, o internauta pode se inscrever para o próximo vestibular e encontrar a divulgação de um site de antigos alunos: “Para Sempre Mackenzista”.
O espaço peca por não deixar nenhum avatar no local para uma melhor interação. O público alvo ficou claro, os vestibulandos. Agora precisam disponibilizar também espaços para outro tipo de público que também deveria ser alvo, os alunos da própria universidade. Não há nenhum espaço para eles.
Um peixe pré-histórico foi pescado vivo ontem por um cidadão da Indonésia. Já houveram estimativas que indicavam seu desaparecimento junto com os dinossauros. Existem registros fósseis desse animal datando 360 milhões de anos atrás. Acreditava-se, até 1938, que esse peixe estava extinto há 80 milhões de anos. A matéria foi divulgada em sites como G1 e IG.
O que esse fato mudou em nossa vida? Acredito que nada. É apenas mais uma notícia bizarra, das muitas que assolam o jornalismo online.
Porém, pare para pensar e refletir sobre o assunto. Agora, imagine a diversidade de animais que habitam o fundo do mar e dos quais não temos a menor noção de existência.
O ser humano conhece apenas 3% do fundo do mar. Para se ter uma noção do que isso representa, os cientistas têm maior conhecimento do universo do que sobre a imensidão azul.
Se utilizarmos a criatividade, poderemos imaginar quais tipos de “monstros” podem existir no fundo do oceano, e, a partir desse pensamento, não seria ínfima a possibilidade de outros tipos de animais pré-históricos habitarem esse ambiente.
Outro ponto que pode alimentar a nossa imaginação reside no fato de até um “país pré-histórico” já ter sido descoberto por arqueólogos no fundo do mar. A notícia foi divulgada pela BBC.
Portanto, em meio a mais uma bizarrice proporcionada pela mídia online, surge um fato novo que deve ser noticiado, pois o surgimento desse celacanto (nome da espécie do peixe pré-histórico) nos dá asas à imaginação para acreditar que animais inimagináveis, que eram dados como extintos ou que ultrapassam a barreira do conhecimento humano, podem existir de fato. Dessa forma, fica a pergunta “Que tipos de animais habitam o fundo do mar?”
Exatamente há 17 anos, a Microsoft liberava o Windows 3.0.
Como fez Cauã, voltarei a falar sobre um tema descrito no De repente!
Há poucos dias, citei o Zinadoo, que pode revolucionar a área mobile e, principalmente, o futuro do jornalismo colaborativo.
Andei pesquisando em sites brasileiros e, graças a ajuda de Ricardo Ferro, do iG, ele me forneceu o Wap Show, da Brasil Telecom.
Praticamente é o mesmo sistema do Zinadoo, com criação de páginas personalizadas e individuais, só que restrito.
Apenas os usuários de BrT acessam e criam um site Wap.
Aproveitando a questão levantada por nossa amiga Ju, gostaria de registrar e partilhar meu comentário sobre o assunto. Primeiramente concordo com as leis que vigoram atualmente, onde o conteúdo dos blogs e comentários é de responsabilidade de seus autores. Logo, comentários que de certa forma sejam inadequados, seja por falta de postura ou mesmo por depreciar a imagem de alguém devem ser deletados. Blogueiros não podem ser confundidos com jornalistas. Não devem ter o direito de resguardar uma fonte nem mesmo do anonimato, essa prática permite que muitas injustiças e violações aos direitos de outrém sejam cometidos. A blogosfera precisa amadurecer, assim como em qualquer outra esfera social, as pessoas devem arcar com seus atos.

Gamer’s de todo o mundo já podem comemorar. Um dos títulos de estratégia em tempo real mais famosos de todos os tempos terá continuação. O Starcraft 2 foi anunciado pela Blizzard em Seul no dia 19.
Além de novas unidades e uma qualidade gráfica surpreendente, o game contará com um poderoso editor de mapas, campanhas para jogar individualmente e o multiplayer.
Para os curiosos screenshots e vídeos no site do game
Press release da Blizzard (inglês)

Alguns parâmetros éticos para quem comenta, e a reação dos blogueiros para tais comentários, foram estabelecidos pelo Estadão há uma semana.
Um ícone, do lado direito, no alto de cada blog (foto acima), já está funcionando sob o título de Responsabilidade Online, numa tentativa, ainda não constatada, de filtrar grosserias e agressões anônimas na internet. A idéia surgiu a partir de discussões levantadas por Tim O`Reilly, especialista em internet, que sugere a adoção de um código de ética para toda a blogosfera.
Com essas normas o blogueiro tem a permissão de deletar ou modificar comentários que o desagradem, além de poder bloquear o usuário, em casos extremos.
Talvez a medida diminua a quantidade de recados tortos e mal educados na internet. Mas, definitivamente, não vai exterminar para sempre. Os blogs são caracterizados por essa liberdade, a internet também cresce sob esse estigma de ver e não ser visto. As novas regras talvez fiquem só na ação de exemplo. Mostrar que se preocupam com os leitores…
A coluna do Pedro Doria, no Estadão de hoje, traz a pesquisa feita pelo site Technorati sobre a maioria de idiomas na blogosfera. Segundo este ranking, o japonês lidera, com 36%. Longe de ser uma língua universal, o idioma surpreende ao deixar para trás o inglês, com 35% dos posts em toda a rede.
A explicação dada por Pedro Doria está no fato de países como o Japão, Cingapura e Coréia do Sul, estarem mais conectados ao mundo digital.
O interesse por SMS, por parte dos japoneses, é outro fator que influencia diretamente o resultado. Hoje, sistemas de publicação de blogs são feitos com interfaces de celular, como forma de atraí-los. Em contraponto, os posts passam a ter menos conteúdo, menos qualidade, resumindo o uso à publicação de flagrantes do cotidiano.
A pesquisa trouxe ainda os números mais recentes de adeptos aos blogs. São 70 milhões em todo o mundo, sendo 1,5 milhões de posts por dia, 17 por segundo. Quanto ao português, estamos no 8º lugar…
Nós, jornalistas da nova geração, acreditamos que o jornalismo se faz somente na frente de um micro. Ledo engano. Esta estagiária aqui foi pega de surpresa quando se viu escalada para visitar um bingo ilegal.
Lá fui eu com a fotógrafa do jornal em busca de bingos que continuassem abertos no centro de São Paulo. Foi bem difícil encontrar um aberto. Acabamos ao lado da Galeria do Rock dentro de um bingo que se escondia sob a fachada de “Castelo Drink’s”. Entramos, nos enturmamos, sentamos em uma mesa, pedimos algumas cartelas e começamos a conversar com o pessoal. A minha surpresa foi entrar em uma sala pequena com aproximadamente 80 pessoas que jogavam e gritavam freneticamente. Bingos estão proibidos mas certamente não foram abandonados.
Em busca de nossa foto conhecemos histórias de vida impressionantes, além de termos sido seguidas pelos seguranças do bingo que desconfiaram da nossa presença e quase fomos assaltadas duas vezes. Foi uma noite com adrenalina e certamente muita perna tremendo. Isso me fez pensar.
Estamos tão acostumados a ficar sentados em frente essa telinha (sentados e sedados, né Ju?) que nos esquecemos que o jornalismo é muito mais que isso. É ir pra rua, descobrir, investigar e ficar em contato com as pessoas, afinal, é por elas e para elas que escrevemos. Cabe a nós sabermos aliar essas duas coisas, a tecnologia e a vivência, para que nossa profissão e a propagação da informação fique cada vez melhor.