Pierre Lévy e seu tradutor

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  • http://tradutor-profissional.blogspot.com/ Danilo Nogueira

    Sou tradutor, mas não intérprete. Quer dizer, faço o escrito, mas não o falado. Como tradutor veteraníssimo (quase 40 anos), concordo plenamente com você e, se a pessoa que pagou o mico estiver aí lendo, que aceite meu abraço cheio de compreensão.

    Você tem razão: o culpado é quem colocou de intérprete alguém que não estava preparado para isso. Principalmente, alguém que, interessado demais na palestra, estava dividido entre a obrigação de traduzir e o desejo de participar como qualquer outro.

    Trazem um cara importante do exterior e, para economizar uns trocados, deixam de contratar um profissional tarimbado para traduzir. É como se, para guardar uns tostões, tivessem deixado o infeliz sem telefone.

    Como diz minha mulher, “a economia é a mãe da porcaria”. Mas a turma não aprende.

  • Rafael Sbarai

    Danilo,
    agradeço o comentário.
    É pertinente e essencial uma voz na tradução, vindo de você.
    Nós, do De Repente, só queríamos transmitir a sensação que ficou para uma das palestras mais esperadas para o Mundo da comunicação.