fev 27
Le Monde divulga pesquisa sobre Redes Sociais
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Na semana em que o De Repente divulga o nível de popularidade do Twitter, eis que encontramos um novo estudo. Agora do Le Monde, da França.
O jornal de Paris destaca, nesta quarta-feira, a popularidade de redes sociais em todos os continentes. Os dados só confirmam o pensamento lugar-comum e o nível de pioneirismo de cada serviço. Ah, a pesquisa foi medida por número de horas de cada usuário.

Brasileiros contribuem para o número significativo do Orkut
Na América do Sul, o Orkut, é claro, lidera com folga. A tradução literal mostra que as pessoas passaram 156 milhões de horas no mês de agosto de 2007. Este valor, considerado um pouco absurdo, deve-se a fama do Orkut no Brasil. O seu pioneirismo como rede social no território nacional o transformou em página pessoal obrigatória de cada pessoa.
Detalhe: é o terceiro maior registro se juntarmos todos os dados da pesquisa. Atrás apenas de Facebook e MySpace.
O engraçado é que o Orkut só vai aparecer no continente asiático. E ainda na terceira posição.
Na América do Norte, a MySpace é primeira, seguido de perto pela Facebook. O destaque na região é a terceira colocação de Bebo, rede social de maior acesso no Reino Unido. O serviço é muito parecido com o MySpace, mas possui menor liberdade para perfil.
O seu sucesso no Reino Unido traduz na liderança no continente europeu, segundo o Le Monde.
Para melhor visualização da pesquisa, acesse.








março 7th, 2008 at 12:18 pm
[...] social de sucesso deixa Zuckerberg [...]
março 13th, 2008 at 6:15 pm
[...] uma inesperada aquisição foi anunciada. A Aol comprou Bebo, rede social de sucesso no Reino Unido. Por 850 milhões de [...]
março 24th, 2008 at 1:33 pm
[...] Segundo dados divulgados por Analytics2.0, houve um acréscimo de acesso a sites como Orkut e MySpace em 103% na região. (Para ver os dados em todo o mundo, acesse). [...]
novembro 11th, 2008 at 2:39 am
[...] confirma também uma cultura de usuário em cada ambiente virtual. Veja o MySpace, por exemplo: quase não teve crescimento. Devido, é claro, à sua estagnação da popularização [...]