abr 12
Newscamp, por poucos minutos
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Espanhóis aderem aos encontros offline: veja o Twittmad no De Repente
Mais um formato #camp aconteceu na capital paulista.
Neste sábado, no Espaço Gafanhoto, ponto turístico dos geeks na região central/nobre da cidade, houve mais uma desconferência entre blogueiros, publicitários, jornalistas e admiradores de temas envolvendo tecnologia e comunicação.
O Newscamp, chefiado e mediado brilhantemente por Ceila Santos, mais uma vez confirmou uma tendência: a necessidade de deixar o mundo on-line para discutir no offline.
Sem uma cobertura extensa, o De Repente esteve presente, por poucos minutos, só para ouvir a discussão e a evolução dos assuntos com pessoas de um mesmo interesse.
O Cauã até tentou fazer um liveblogging, aos moldes do Blogcamp, mas sem sucesso. Os cinquenta e poucos minutos que permanecemos por lá não propagaria a discussão, agora no âmbito on-line. Logo, não seria justo fazer um resumo do evento.
Nos únicos dois temas discutidos, alguns aspectos interessantes a serem observados:
• Mídia tradicional: convergência e mutação ao meio on-line
Muita discussão apenas sobre o território nacional. Ninguém discutiu, por exemplo, os avanços de jornais tradicionais em ambientes virtuais. Na semana passada, por exemplo, o New York Times anunciou uma parceria com o Google para a inserção, em todas as notícias, de Geocoding.
A estratégia, pioneira, é revolucionária e abre mais um segmento para convergir informação e tecnologia. Uma estrutura de mapas que reforça o caráter hiperlocal. A atitude, importante, deveria ser abordada.
• Jornalismo Colaborativo nos portais: pode denominá-lo mesmo assim?
Hum, pergunta intrigante, mas que devemos refletir. Alguns membros da desconferências criticaram a postura de portais sobre a participação do internauta/interagente no processo informacional. Podemos denominá-lo assim?
Bom, com certeza a discussão se ampliou após o almoço, hora de partida do De Repente, mas por poucos minutos já houve um confronto de idéias. Globo, Terra e iG são portais que disseminam, sim, o Jornalismo Colaborativo.
Nós só temos que ter uma percepção: cada um tem seu formato. O Terra, por exemplo, só destaca conteúdos produzidos por internautas com aspectos com um cunho de tragédia: um acidente ali, a queda de um muro lá. E, detalhe: a notícia torna-se pauta do jornalista do portal.
O iG, com o Minha Notícia, destaca também aspectos sensacionalistas. Mas também há destaque para o caráter hiperlocal. O espaço destinado ao interagente possui diversos conteúdos. Nâo podemos padronizá-lo ou desconsiderá-lo como Jornalismo Colaborativo.
Há de se pensar na questão de retorno, audiência. Isso é formato e depende da opinião editorial de cada veículo. Seja correto ou não.









abril 14th, 2008 at
Uma pequena correção, pessoal: o NewsCamp não teve apenas dois temas sendo discutidos. Foram pelo menos cinco ou seis, no mínimo, em duas salas.
abril 14th, 2008 at
Fala Alexandre, tudo bem!?
Não necessita de correção.
Se você ler todo o post perceba que a análise é feita apenas durante a presença do De Repente. Não podemos falar sem estar no local.
Dê uma olhada no título: NewsCamp, POR POUCOS MINUTOS
Gde abraço!
Este parágrafo também sintetiza a idéia da nossa presença:
Sem uma cobertura extensa, o De Repente esteve presente, por poucos minutos, só para ouvir a discussão e a evolução dos assuntos com pessoas de um mesmo interesse.
abril 14th, 2008 at
[...] 14, 2008 · No Comments De Repente: Cauã e Rafael descrevem o jornalismo colaborativo do Terra, IG e Globo, além de relembrar o [...]
abril 14th, 2008 at
[...] De repente tem mais sobre os papos que rolaram. [...]
novembro 2nd, 2008 at
[...] frase em destaque foi retirada do post Newscamp por poucos minutos, que eu produzi a respeito do encontro no Espaço Gafanhoto, em São [...]
dezembro 14th, 2008 at
[...] Sem a famosa pausa para o almoço, que quebra a dinâmica do evento, acredito que este tenha sido o formato #camp mais interessante, ao lado do NewsCamp. [...]