
Tremor em São Paulo provoca “boom” de mensagens no Twitter #
Twitter é ferramenta para vagabundo. #
Twitter é sistema de quem não tem o que fazer. #
Twitter não serve para nada. #
Twitter é o monólogo da autopromoção (essa é verdade). #
Essas são as frases lugares-comum que ouço há quase um ano e meio, desde que me afundei em ferramentas microblogging. #
Agora, um acontecimento hiperlocal me faz refletir. O Twitter é um sucesso nacional e a necessidade de compartilhar informação e repassar provocam mudanças na mentalidade de cada usuário do serviço. #
22 horas e 22 minutos. Há uma hora e 20 minutos, aproximadamente, um tremor de 5,2 na escala Richter é sentido em algumas regiões brasileiras, principalmente nos centros urbanos de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná. #
O alarde, a preocupação, o desespero é aceitável. Poucas vezes isso acontece no Brasil. #
Mas uma cultura geek fez pessoas irem ao microblogging. Simplesmente para twittar. Simplesmente para saber se o que estava acontecendo com você naquele momento (proposta genial do Twitter – What are you doing now?) era parecido com o próximo, o amigo, o conhecido. Ou o follower/following. #
Twitter não é a melhor ferramenta microblogging do mundo. Mas, no Brasil, possui um serviço extremamente pertinente: permite que uma rede de amigos tenha uma fluidez de trocas informacionais aos moldes de Breaking News.
#




Pingback: De Repente » Qual é o propósito [jornalístico] do Twitter?
Pingback: De Repente » A “mídia” e a popularização do twitter
Pingback: De Repente » O “boom” do Twitter no Reino Unido
Pingback: De Repente » O fim do SMS [em alguns países] no Twitter
Pingback: O cuidado e uso do Twitter como ferramenta de informação | De Repente
Pingback: A “rica” mensagem em 138 caracteres | De Repente