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Jornalismo móvel provoca mudanças nas redações dos EUA
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A introdução do jornalismo ao celular promove maior apuração do fato
É uma pena. Veículos de comunicação no Brasil, principalmente na web, não apostam na mobilidade, no Jornalismo Móvel. A questão da informação no celular, pouco aproveitado no país, infelizmente tornou-se sombra cultural nas redações.
Nos Estados Unidos, a questão é totalmente diferente. Apostando no futuro e, reinventando conceitos para permanecer em um habitat tão importante como a web, jornalistas e redações norte-americanas se reconfiguram devido ao aparecimento do Jornalismo Móvel.
Um artigo da Editor & Publisher, divulgado há poucos dias, mostra as mudanças. O texto aborda o crescimento vertiginoso da introdução e prática jornalística no celular provocando mudanças de destaque em redações.
As tecnologias, integradas, e sob a palma da sua mão permite compartilhar e produzir vídeo, foto e texto utilizando apenas um membro do corpo.
A inovação e o ingresso desta nova mídia provocou, segundo o artigo, uma manutenção do jornalista em um local específico de reportagem para obter mais informação, apurar, checar.
Agora, ele tem mais tempo para produzir um fato e aproximá-lo do que é verdade, já que todas as tecnologias estão inseridas em um aparelho.
O custo por tudo isso, pelo menos lá fora, é baixo. Um Nokia N95, denominado de celular do jornalista pela aquisição de várias empresas midiáticas, é a bola da vez [há algum tempo já].
Foto do Steve.








maio 31st, 2008 at 8:25 pm
E o que acha que as empresas Brasileiras devem fazer para rever este quadro?
E mais uma coisa, gostaria de saber sua opinião, o que acha que falta nos sites de jornalismo Brasileiro?
junho 1st, 2008 at 10:01 am
E ai Felipe,
agradeço suas perguntas.
Olha. As empresas jornalísticas no Brasil não dão atenção a questão da mobilidade. Faço um paralelo com a colaboração em portais por exemplo. Mais me parece um sintoma de moda (A Globo fez, logo eu tenho que fazer).
Hoje, por exemplo, todos os portais nacionais possuem um portal wap. Poucos dos jornalistas que trabalham nestes locais sabem e conhecem usufruir do serviuço.
Eu acredito que devemos ter muitas mudanças. Seja nas mídias, seja nas operadoras, seja na Anatel.
Nos sites de jornalismo no país faltam uma preocupação maior às tendências e sistemas que fazem reiventar a profissão e garante a permanência dos conhecidos “jornais que iriam morrer” (lembra dessa frase?).
Pois é. Veja a força, por exemplo, do New York Times e Wall Street Journal. Se reinventaram, construíram bons serviços, alteraram funcionalidades e são grandes destaques hoje no mundo on-line.
Qualquer dúvida, vamos conversar depois por e-mail
Um abraço,
novembro 27th, 2008 at 6:34 am
Rafael,
mas, sabemos que a mobilidade do jornalismo não está apenas
direcionada ao celular. Como você vê esse campo de trabalho?
Já que algumas empresas de comunicação estão utilizando
materiais informativos para baixar, como o próprio podcast.
novembro 27th, 2008 at 8:54 am
Então, Phelipe. Acho que a onda de podcast diminui a cada dia.
Eu mesmo produzia um para celular e, por um lucro pouco rentável, acabou cortado.
Acredito que o celular já virou uma arma política e pode contribuir muito na construção de uma informação.
Ainda não vejo como interessante o case de baixar materiais informativos, até pq qm acessa a web no celular quer informação rápida…