

Cuil, que se pronuncia “cool”, por enquanto, não tem nada de legal
A blogosfera fala nesta segunda-feira. Com certo alarde, até as consideradas “mídias tradicionais on-line” destacam em suas páginas principais. Mas, infelizmente, o conteúdo, alvo da informação, é fraco, lento.
Ex-funcionários rebeldes do Google aproveitaram tudo que aprenderam no principal site de buscas do mundo e lançaram, com barulho, o Cuil, mais um sistema de busca que tenta [pelo menos] derrubar a marca em registros.
A novidade [única] é que Cuil indexa mais páginas que o Google: 120 bilhões contra “apenas” 40 bilhões da referência em buscas.
Por enquanto, o serviço infelizmente é um fracasso. Lento, interface escura (isso me irrita) e com referências que mais parecem “sorteios” de palavras-chave.
Não há uma hierarquia para definir o que busca. O Google se baseia, por exemplo, em pagerank. Cuil, por sua vez, classifica conteúdos por conteúdos e relevância. Características que não foram evidenciadas durante análise.

Visualização de referências nova, porém muito estranha
Quando realiza uma pesquisa, lembro de uma interface de site de notícias qualquer. Sendo que as páginas encontradas demoram para carregar.
A iniciativa, o número de indexações e a vontade de derrubar uma hegemonia Google são pontos extremamente favoráveis ao Cuil. Mas, a ansiedade, a vontade de criar algo novo e rápido, prejudica o serviço.
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