
Wall Street Journal é mais um “jornalão” dos EUA a anunciar demissões #
A onda de demissão envolvendo profissionais da comunicação, nos Estados Unidos, não pára. Desta vez, foi a vez dos corretores do Wall Street Journal. O anúncio só reforça o que o De Repente anunciara em abril. #
Cerca de 50 funcionários da área foram demitidos em um novo planejamento da empresa. Tudo devido ao ingresso do novo diretor de informação do veículo, Robert Thomson. #
O motivo de mais uma saída em massa, porém, é compreensível. A figura do corretor praticamente se extinguiu com os avanços da web. Tanto em papel como no on-line, isso não é mais comum. #
A demissão, porém, provoca novas contratações. Segundo Thomson, 95 jornalistas chegarão ao WSJ para ampliar o conteúdo virtual. Há poucos meses, por exemplo, lançou uma editoria especialmente às mulheres. #
Todas essas mudanças são, ao menos, interessantes. A movimentação, reformulação e uma possível integração de jornalistas no veículo chega bem na hora do aumento no valor do periódico. #
Agora, o norte-americano que lê Wall Street Journal pagará 2 dólares. #
[O que, muito provavelmente, promoverá novas baixas na empresa]. #
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