A "quarta negra" da imprensa norte-americana


Data marca demissões “em massa” de três marcas do jornalismo

Passou batido, mas os Estados Unidos sofreram grandes baixas na última quarta-feira, dia 23 de julho. A data, por sua vez, foi intitulada de “quarta-feira negra” da imprensa do país.

A crise publicitária envolvendo suportes de comunicação é evidente. Não só na terra do Tio Sam. [vide Espanha].

Não à toa, 23 de julho provocou, pelo menos, três “turbulências jornalísticas”.

Tudo começou com o Atlanta Journal, com a demissão de 200 funcionários. Devido, é claro, à situação econômica do impresso.

No período da tarde, o Wall Street Journal, que já extinguiu os corretores de texto, aprontou mais uma e, surpreendentemente, reduziu 50 postos da redação por “razões estratégicas”.

Uma hora depois, lá pelas 17 horas (horário local), o presidente da Newsweek renunciou ao cargo.

A situação, por lá, é [infelizmente] caótica. Essas três saídas que promoveram a “quarta negra” tornaram-se lugar-comum no jornalismo norte-americano.

Desde o dia 03 de julho, ou seja, há menos de um mês, o De Repente já realizou quatro posts só falando em demissões em grandes marcas do jornalismo.,

O último que apague a luz mesmo…

Foto: Solutions.

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