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Washington Post reconfigura modelos de negócio com técnicas da Colaboração
É interessante e pertinente a iniciativa do Washington Post, que já é vista há algum tempo por outros meios de comunicação: a permissão e o crescimento de retransmissões de vídeos produzidos por um celular de um jornalista.
O impresso não foi na onda do Qik, por exemplo, e adotou um serviço que não conhecia, o Comet. A primeira cobertura “móvel” começou com a Convenção Nacional do Partido Democrata e não serviu [isso é importante] como única matéria da marca jornalística. Simplesmente foi um complemento ao vasto conteúdo produzido nas eleições norte-americanas.
Isso, em plena crise norte-americana, que já promoveu demissões em diversos setores da imprensa, é imprescindível para ampliar o argumento que jornalões reconfiguram redações, repensam em modelos de negócio em busca de pioneirismo e, claro, lucro.
Ah, e toda essa reformulação gera uma idéia mais ou menos xiita. Veículos tradicionais começam, aos poucos, a adotar técnicas próprias que são princípios da Colaboração no Jornalismo.




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