
Medida do The Times só enfraquece sua novidade em torno da hemeroteca #
Meu elogio em torno do The Times foi simplesmente em vão. O veículo, o primeiro em todo o mundo a criar uma [bela] hemeroteca online, artifício que até foi destacado e [re]inventado pelo Google há poucos dias, mudou sua política de disseminação de informação histórica. #
O diário britânico decidiu cobrar usuários por consulta em seu acervo online. O serviço, lançado em junho deste ano, entrou em fase beta e, agora, chegou em seu ponto de amadurecimento [?]. Os valores são altos. #
Cinco libras por dia, 15 por mês e 75 por ano. Mais ou menos 20 reais por dias, 60 por mês e 300 por ano. #
O anúncio só é um tiro no próprio pé do The Times. Mesmo realizando um sistema considerado inverso hoje na web. Veículos tradicionais de comunicação, como o El País ou o The New York Times, restringiram primeiro o conteúdo para, depois, disseminá-lo. #
Anne Spackman, redatora-chefe do meio, garante que a atitude vai atrair verba publicitária, o que eu não acredito. Em média e durante o período de graça, The Times teve 80 mil visitantes únicos por mês. #
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