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Washington Post e FP: aquisição só transfere um pensamento palpável ao digital
Foi divulgado nesta semana. O Washington Post, um dos principais veículos dos Estados Unidos [quiçá do mundo], adquiriu a Foreign Policy, uma influente revista mundial de análises internacionais. Até aí tudo bem. Nada de novidades ou opiniões sobre a negociação.
Mas uma coisa é fato e deve ser ressaltada: pouco se discutiu sobre o motivo da compra de um suporte de comunicação que, em grande parte, não vem obtendo um retorno [$] interessante.
O Washington Post teve uma das grandes sacadas dos últimos meses no mercado jornalístico. A aquisição não foi à toa. Existem [bons] motivos para tal.
A marca não adquiriu FP para ter mais uma revista especializada (soma-se a Newsweek e Slate). A compra, bem estudada, faz parte de uma movimentação para reforçar sua carteira de revistas em papel na web. Revistas digitais.
Trata-se de uma excelente estratégia sobre reconfigurações de modelos de negócio. Só é mais um grande nome (FP possui oito edições diferentes em todo mundo) que se vende nas bancas e tem um bom retorno na web.
PS: Washington Post é aquela mesma empresa jornalística que possui retransmissão de vídeos via celular e integra redações.
Foto: japi14.




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