A Glocalização das redes sociais


Facebook e MySpace reinam, mas fenômenos locais de redes sociais são os destaques

Sem alarde, foi divulgado nesta semana um estudo da Oxyweb que revela um mapeamento mundial das redes sociais. A diversidade, a falta de um “padrão” e a reafirmação da Glocalização são algumas pinceladas pessoais que posso destacar brevemente.

Facebook e MySpace, sem surpresa alguma, dominam em 17 países (13 a 4, respectivamente). No Brasil, não tem jeito: Orkut é rei.

Mas, o mais interessante mesmo é o processo de Glocalização: ambientes virtuais de relacionamento, como Tuenti (Espanha), CyWorld (Coréia do Sul), Xianonei (China) e Skyrock (França), só reafirmam o laço regional entre os internautas. Bem aos moldes da onda cultural “o que eu produzo internamente é mais interessante para a população da minha região”.

O princípio, baseado apenas no que é visualizado, só reafirma a importância da Glocalização nas redes sociais. Os integrantes necessitam e buscam compartilhar experiências, idéias, vivências e interesses com objetos comuns, próximos à sua realidade.

A constatação só reafirma a importância da produção “acadêmica” de Danah Boyd, em março de 2006. [Há pouco tempo, Juliano Spyer fez um post e um vídeo com a pesquisadora].

Ela publicou em seu blog uma palestra que realizou onde discutiu a interação social mediada pelo computador em um contexto global a partir dos exemplos como Flickr, MySpace e Craiglist.

Leia mais:

O nicho holandês das redes sociais

O triunfo do Tuenti sobre um [importante] meio online

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