
Vimeo Plus é um exemplo: pra ter serviços exclusivos, pague #
Há exatos dois dias, fiz um pequeno artigo sobre minha preocupação envolvendo o retorno [apenas lá fora, pois no Brasil isso ainda é comum] de conteúdo pago nos meios tradicionais que possuem ambientes virtuais de informação. Tudo em busca de alternativas para sobreviver em meio às crises no mercado financeiro. #
Nesta sexta, vi no blog Sillicon Valley que a restrição pode voltar a ser uma alternativa em potencial na web. A disseminação de informação e a “avalanche do que é livre” pode promover o retorno do fim da circulação free de fatos, aplicativos, programas… #
A tendência é que novos serviços, como Tumblr, Ustream, Issuu e até o Twitter criem algo que já é conhecido: as famosas contas “pro”. A estratégia é semelhante às buscas de popularizar uma rede social: você restringe, entrega convites a poucos, característica que provoca um burburinho e uma onda de “quero me inserir ao que é exclusivo”. #
No caso destes serviços, ter “algo a mais” que um simples usuário do sistema. #
O exemplo mais próximo que veio à cabeça foi o do Flickr, que já possui o lance de conta “pro” há algum tempo. O Vimeo acaba de lançar o Vimeo Plus. A plataforma de vídeos TubeMogul já tem seu espaço Premium. Instapaper, aplicação para iPhone, já possui versões gratuitas e pagas. #
Todo esse aparato causa discussões, provocações, o que é extremamente interessante do ponto de vista empresarial. O serviço acaba tendo maior alarde e, caso realize uma proposta interessante, terá usuários fiéis simplesmente por pagarem um serviço que utilizam com frequência. #
Mas, sinceramente, não é algo que acredito no futuro da web. Falta ainda ousar, ser diferente. #
Foto do Flickr.
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