A doença dos veículos tradicionais infecta novas mídias

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Não são apenas os tradicionais veículos de comunicação que sofrem com a oscilação do mercado. Novas mídias, pelo jeito, não sabem se movimentar perante ao potencial que é visto na web. MobuzzTV, com certeza, está pagando um preço caro por falta de novos modelos de negócio. #

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  • http://perolasdasassessorias.wordpress.com Eduardo Vasques

    É Rafael, o negócio vai complicar. A atitude desse pessoal é, ao menos, digna. E faz muito sentido. Convencionou-se acreditar que tudo que é digital ou internet é gratuito ou barato, um discurso que me irrita profundamente. Ainda assim, tenho dúvidas se o conteúdo de pró ou premium seria interessante, isso funciona muito bem com assinantes de sites pornográficos. O dilema é exatamente esse. Será que a demanda de usuários avançados seria tão grande a ponto de manter a estrutura? Sinceramente, acho que não. Mas é alguma receita, com certeza, ainda que pequena.

    P.S – o que é o segundo cara falando (não o carequinha que parece o Kid Vinil, o outro). Ele parece aqueles estudantes de jornalismo que aparecem pela primeira vez gravando um vídeo para a universidade. Repare como ele balança a cabeça… hahahahahah

  • http://derepente.com.br Rafael Sbarai

    @Edu,
    É. A onda de “liberar geral” está acabando. As pessoas estão mais cautelosas e sites pornográficos agradecem.
    A receita por usuários pro é pequena, mas é uma boa alternativa imediata para sobreviver e gerar lucro.
    Sobre o PS, sem palavras. hahahaha
    Não tinha reparado nisso, viu.
    Abraço!

  • Nikolas

    Putz, complicado o tema.
    Enquanto todos balançam com a crise, o Google cresce e proporciona serviços gratuitos de qualidade eem quantidade. Qual será o segredo deles?
    MAS, desculpem-me a sinceridade, não é estranho qualquer tentaiva de seriedade em língua espanhola? Eu não me sinto nem um pouco cativado com a mensagem deles em video, aliás, muito pelo contrário: tive somente vontade de não assistir mais (porque que o segundo rapaz a falar precisa mexer tanto a cabeça? É assustador e agonizante!).

    Embora seja uma extrema bobeira da minha parte, acho algo de certa forma relevante, uma vez que se produz hoje em dia não só para um público local, mas para um público amplo que praticamente não conhece limites geograficos. Esse tipo de choque cultural é no mínimo curioso…

  • http://derepente.com.br Rafael Sbarai

    Xenófobo!
    hahaha, brincadeira.
    Olha, a Espanha é trendsetter em diversas coisas, mas peca com serviços como a deste vídeo.
    Uma empresa séria que precisa sobreviver não pode colocar coisas “assim tão amadoras”
    Mas esse choque cultural mesmo é bem interessante: ver o global e produzir para o local.

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