nov 05
O “queridinho” das mídias online fecha suas portas ao gratuito
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BrightCove não é Youtube: seu nicho é dar suporte às mídias online
O BrigthCove, suporte e parceiro de vídeos de ninguém mais que New York Times, The Guardian, Reuters e Yahoo, vai fechar suas portas ao gratuito. É o que acabo de ler no Read Write Web.
A partir do mês de dezembro, será impossível fazer upload de vídeos. Sua versão gratuita será finalizada. O motivo é o mesmo de tantos outros destacados aqui no De Repente: publicidade, falta de dinheiro e reposionamento para não ter um fim como o MobuzzTV, que apela por doações de usuários até o dia 09 de novembro.
Sinceramente, a estratégia é a mais correta. BrigthCove já encontrou seu nicho: servir trabalho terceirizado às grandes empresas de jornalismo. [só observe as marcas que dá suporte]. Não quer ter a premissa de rivalizar com o Youtube.
Mas a movimentação ainda segue uma mudança na promoção de novos modelos de negócio na internet: o fim de “liberar tudo” na web. Insisto que estamos em uma “onda virtual cautelosa” que merece grande destaque.









junho 19th, 2009 at
[...] A diferença do início do projeto – em fevereiro – para o atual cenário é a disponibilidade de um número maior de conteúdo. Mais capítulos, mais séries, mais desenhos. De 200 para 800 horas de programação na web. O suporte, mais uma vez, é monopolista. Provém do BrigthCove, o queridinho das mídias online. [...]
julho 1st, 2009 at
[...] fãs, principalmente em dias de crise econômica, levou ao seu fracasso. Agora, o Joost briga com outros concorrentes (também de peso) como a Brightcove e a Ooyala, empresas de tecnologia que oferecem soluções para [...]