nov 20
A [interessante] equipe de tecnologia de Barack Obama
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Julius Genachowski é um dos homens de confiança de TI no governo Obama
Barack Obama já tem o seu trio de ferro para desenvolver as políticas de tecnologia durante sua administração nos Estados Unidos. O mais novo presidente norte-americano foi, mais uma vez, esperto e convidou peças-chave da Federal Communications Commission (FFC) e da Google.org.
Obama tem uma premissa extremamente interessante e que deve ser ressaltada em meio às turbulências offline que promoveram até um flash mob aqui no Brasil: manter a web aberta e aproximar ainda mais pessoas ao mundo virtual.
Para tal, escolheu três grandes pessoas: Blair Levin, ex-chefe de equipe na Federal Communications Commission (FCC), órgão equivalente à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) no Brasil, Sonal Shah, chefe da Google.org, além de Julius Genachowski, co-fundador da Rock Creek Ventures e da LauchBox Digital, outro cara que comandou a FCC.
Obama começa, assim, a revolucionar a construção de uma identidade política em todo o mundo: nunca, em nenhum país, se deu tanta atenção e se contratou tantas pessoas próximas aos ambientes virtuais para atender às necessidades presentes.

Chris Hughes foi o carro-chefe da campanha de Obama na web
Ele, por exemplo, fez sem sombra de dúvidas a melhor campanha online da história, atributo que facilitou e ajudou a proliferar sua popularização em todo o mundo. Obama contou com a ajuda de ninguém menos que Chris Hughes, co-fundador da rede social Facebook.
Hughes é o “culpado” por esse alarde absurdo em relação ao novo presidente norte-americano. O cara, conhecido por seu histórico em Harvard (formado em História e Literatura) foi o carro-chefe de MyBarackObama.com, a rede social que centralizou toda a campanha online.
O co-fundador de Facebook, sinceramente, não fez nada demais. Apenas tem um feeling de reforçar ainda mais o caráter hiperlocal: viu um agregador social online como potencializador de reafirmação de laços offline. Sua premissa “arquitetônica” é simplesmente ajudar as pessoas a manter os relacionamentos que possuem já há algum tempo e não buscar novos contatos [apesar que isso possa existir facilmente em outros casos].
Não há, neste caso, questão de laços fortes ou fracos. Simplesmente há os laços que foram construídos no cotidiano, dia-a-dia, seja ele em qualquer campo. Isso facilita no boca-a-boca que disse nos últimos posts: o “indeciso”, característica marcante nestas eleições, é facilmente influenciado pelo próximo a votar em Obama. E, provavelmente, foi o que aconteceu.
Foto: ExecutiveBiz e Chicago Tribune.









novembro 21st, 2008 at
Ah, o Thiago Dória já falou sobre o Hughes faz tempo – http://www.tiagodoria.ig.com.br/2008/11/07/o-cara-da-campanha-online-de-obama. Você viu?
novembro 21st, 2008 at
Fala Pedro,
Acabei de ler o post do Tiago Dória sobre o assunto.
É mesmo. Ele falou sobre o Hughes há algum tempo e, pelo jeito, tem a mesma percepção que a minha e é evidente no Facebook, por exemplo.
Eu só quis acrescentá-lo para mostrar como o Obama ESTÁ preparado para agregar boas pessoas que saibam relacionar em ambientes virtuais: o Hughes só é um grande argumento para mostrar o motivo do convite de Sonal Shah, por exemplo. Ela é a “cabeça” da Google.org e tenho certeza que vai transmitir bastante coisa.
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junho 24th, 2009 at
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