Positiva a opinião de Tim O’Reilly, criador do termo Web 2.0, sobre a mística de atração do Twitter aos hard users da internet. O’Reilly é claro e objetivo: a funcionalidade, simples, atrai cada vez mais pessoas ao microblogging de maior sucesso no mundo. #
O’Reilly anotou seis motivos por sua “paixão” ao serviço de postagens de conteúdos de até 138 caracteres e, sinceramente, não escreveu nada demais: praticamente decifrou sua proposta e foi sincero na questão envolvendo facilidade, velocidade e informação. #
Se você está preocupado sobre o que eu penso, você deve saber que o Twitter é a melhor maneira de visualizar como as pessoas “enxergam o mundo”. A ferramenta não promove discussões. Eu não procuro isso. Quero agregar dados. #
O sentimento [egoísta e positivo] de agregar informação sem o próximo perceber deixa a ferramenta ainda mais interessante. Não há a questão “posso ser seu amigo?”. Você pode ser o espreitador, o famoso observador, sem ao menos que o próximo que você esteja seguindo perceba. #
Quando há uma leve discussão envolvendo um fato, por exemplo, a arroba (@) torna-se imprescindível. Mostra como cada um exprime sua opinião no momento, criando sem perceber uma rede social por interesse, já que muitos utilizam o Twitter Search para ler o conteúdo alheio. #
Outro ponto pertinente do argumento de O’Reilly é a mobilidade do serviço. O Twitter transcende a web. É um serviço que caiu nas graças de muitos apenas por seu uso no celular. #
E toda essa receita, aliada claro ao buzz da rede, provocou a popularização do Twitter. A ferramenta não tem nada demais, não compartilha arquivos, não envia imagens, vídeos, mas por ser “básica”, eficiente a credenciou como um interessante artifício para promover mudanças, por exemplo, no jornalismo. #
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