A onda do "preciso de uma rede social" chega ao Le Figaro


Rede social de Le Figaro não atrai: é como comprar uma roupa sem experimentar

Chegou a vez do Le Figaro. O veículo, um dos mais importantes da França, lançou nesta semana o “Mi Figaro”, sua rede social para aproximar ainda mais o leitor da marca jornalística.

A aplicação, que é feita a partir de um cadastro, permite às pessoas uma personalização de páginas, com perfil com foto e aproximação com o próximo. Soma-se a isso o espaço para agregar conteúdos e interagir com outros internautas todas as informação de Le Figaro.

A proposta vai na onda da tendência urgente de “preciso que meu veículo tenha uma rede social”. Isso tá mais pra mídia social. E outra: seu sistema não atrai ninguém. Como você vai atrair pessoas sem mostrar como é seu produto? Para ter uma página personalizada, é necessário fazer um cadastro.

É a mesma situação de comprar uma roupa e não experimentá-la. Você não sabe se é P, M ou G. É preciso primeiro provar e depois ver se o que vê lhe agrada.

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