
Todos os pontos acima destacam demissões em regiões dos EUA #
Não quero que meu espaço vire um reduto de más notícias envolvendo a crise econômica, mas o post que vejo no Terra Magazine, por Sílvio Meira, é impressionante. #
Pelo menos 13.500 jornalistas, editores, administradores e outros cargos desapareceram na indústria de jornais (dos Estados Unidos). #
Três dias depois do ser artigo, o número já mudou. Alcançou a marca de 14.500 demissões, um número alto, relevante e, claro, preocupante. #
A onda de saídas por lá deve refletir aqui nos próximos meses. Por mais que o jornal, no Brasil, cresceu mais de 11% em 2007, o futuro de demissões deve estar próximo. Só penso em um quesito bem simples: o receio do mercado publicitário. #
Eles estão preocupados. Bem preocupados. Querem propagar divulgações em locais rentáveis e seguros. E isso, infelizmente, encontra-se um nicho online. Não é à toa que o Google, one more time, é um dos beneficiados com a crise que assola o mundo. #
Mais uma vez bato na tecla de modelos de negócio. Pensar em coisas objetivas, simples e rentáveis, já que a mídia espontânea, hoje, é grande e provoca o próprio alarde. O New York Times fez a sua com o lançamento do Times Extra, atributo interessante e, que, duvido que seja um objetivo de um dos portais brasileiros. #
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