A crise econômica tornou-se, definitivamente, jornalística

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Todos os pontos acima destacam demissões em regiões dos EUA #

Não quero que meu espaço vire um reduto de más notícias envolvendo a crise econômica, mas o post que vejo no Terra Magazine, por Sílvio Meira, é impressionante. #

Pelo menos 13.500 jornalistas, editores, administradores e outros cargos desapareceram na indústria de jornais (dos Estados Unidos). #

Três dias depois do ser artigo, o número já mudou. Alcançou a marca de 14.500 demissões, um número alto, relevante e, claro, preocupante. #

A onda de saídas por lá deve refletir aqui nos próximos meses. Por mais que o jornal, no Brasil, cresceu mais de 11% em 2007, o futuro de demissões deve estar próximo. Só penso em um quesito bem simples: o receio do mercado publicitário. #

Eles estão preocupados. Bem preocupados. Querem propagar divulgações em locais rentáveis e seguros. E isso, infelizmente, encontra-se um nicho online. Não é à toa que o Google, one more time, é um dos beneficiados com a crise que assola o mundo. #

Mais uma vez bato na tecla de modelos de negócio. Pensar em coisas objetivas, simples e rentáveis, já que a mídia espontânea, hoje, é grande e provoca o próprio alarde. O New York Times fez a sua com o lançamento do Times Extra, atributo interessante e, que, duvido que seja um objetivo de um dos portais brasileiros. #

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  • Felipe Jannuzzi

    Pensar em novos modelos de mercado seria bolar uma nova maneira de trazer renda para os jornais? Seria revolucionar a publicidade ou mudar a forma como a noticia é propagada? Os dois? Vc acha que a sobrevivência de uma rede de jornais está ligada exclusivamente a veiculacao de propagandas? Ou será que os próprios usuários, leitores, espectadores, irão tomar os lugares das grandes marcas e bancarão os mais variados serviços de informaçao? O Google mostra caminhos novos, mas essa crise nao esta tb afetando varias iniciativas online?

  • http://derepente.com.br Rafael Sbarai

    Não, Felipe.
    Acredito que a publicidade seja apenas parte de um todo para a questão sobrevivência.
    Novos modelos de negócio é promover mudanças para produzir alarde e, claro, lucro. Não seria interessante comprar o jornal por apenas o que você lê?
    Isso não traria mais renda?
    Usuários, leitores e espectadores possuem uma grande missão, mas não tomarão espaços das grandes mídias.
    Acredita que o novo jornalismo na web será caracterizado como uma plataforma de conteúdo.
    Sobre o Google, ele é uma das poucas empresas a lucrar com a crise.
    A publicidade está indo toda apra seu lado, já que é um dos poucos nichos confiáveis de retorno devido a grande massa que está na web.

  • João Aguiar

    gLOBO, Rolha de São Paulo, inVeja e Restadão, cresceram 11,7%? Bródi, estão sumindo no ralo e que vayam com Dios e Nossa Senhora, capeta atrás tocando viola, kkkkk