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O Google segue com a idéia de transferir, o que consegue, conteúdos do papel para a web. Em setembro deste ano, foram os jornais que foram agregados a um ambiente virtual. Três meses depois, o símbolo de pesquisas da internet anuncia a hemeroteca de revistas.
Google, mais uma vez, viu a movimentação dos “rivais” midiáticos e realizou cópias digitais de mais de um milhão de revistas de todo o mundo para unir em um único espaço. A lista, por enquanto, é das boas: New York Magazine, A Popular Mechanics, Science e a Ebony.
A indexação é vista como um novo modelo de negócio para fortalecer a marca Google e, claro, da própria editora da revista. A empresa do Vale do Silício não foi ingênua: atraiu os suportes e avisou: “me dê seu conteúdo e destaco sua url durante a visitação do internauta, além de te dar toda a receita gerada por publicidade ali instalada”.
Como já havia dito, o pesquisador, observador participante do “embate” Google x Revistas, é o grande vencedor. A conservação de materiais como revistas e jornais promove mais discussão envolvendo opinião pública, por exemplo.
Não acredito que seja a melhor hemeroteca da web, até porque o The Times está anos-luz à frente de todos. Mas que o conteúdo agregado é rico isso eu não tenho dúvidas.




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