dez 16
Por convergência, The Guardian muda sua sede
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Mudança de ares: o primeiro modelo de negócio do The Guardian
O modelo de negócio do The Guardian é, no momento, mudar de ares. Uma das marcas jornalísticas mais respeitadas do Reino Unido acaba de deixar Farringdon Road, sua sede em Londres há 32 anos, para simplesmente conhecer a aproveitar King’s Cross.
Não é uma mudança específica, meio que obrigatória. The Guardian utilizou da mesma estratégia que a Globo aqui em São Paulo, por exemplo: se deslocou do centro da cidade para a Berrini, conhecido como o Vale do Silício brasileiro por estratégia.
Em King´s Cross, por exemplo, terá mais facilidade para promover a famosa convergência de meios, além de possuir uma nova instalação [adequada] de produções digitais. A questão de espaço e a necessidade de união parecem ser mesmo o tom do discurso do motivo da mudança.
The Guardian é mais uma empresa jornalística preocupada com o seu futuro. Não foi na onda do New York Times que, aos poucos, começa a ter mais uma cara de plataforma de conteúdo. Primeiro desenvolve uma mudança estrutural de sede para, aos poucos, começar a promover sua hegemonia no Reino Unido.
Foto: Diamond Geezer.








