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O sentimento de tornar-se uma plataforma de conteúdo de interesse mundial começa a florescer ao New York Times. O veículo, que não teve medo de promover [arriscados e bons] modelos de negócio, já começa a aparecer entre os dez diários digitais mais lidos no Reino Unido.
Não pense que a língua aproximou NYT da nação. Simplesmente o cidadão encontra no jornalão a informação mais completa no momento, em toda a web. A qualidade e a questão da fidelidade serão as marcas e os grandes desafios dos ambientes de notícia para 2009.
Nestes últimos 12 meses, New York Times não revoluciounou, mas se mexeu, promoveu mudanças fundamentais em sua estrutura para garantir a famosa frase: “ofereço o melhor conteúdo, fique aqui conosco”.
Foi assim quando liberou o acesso da sua API, permitindo o cruzamento de informações entre diversos espaços virtuais, criou um espaço de “futurologia” com Michael Rogers e PESQUISA [fundamental], que permeiam idéias às novas mídias e, de quebra, lançou o Times Extra, uma ferramenta que permite a visualização de conteúdos externos – diga-se concorrência – em seu ambiente virtual.
Todas essas características deixam o NYT como o principal nome midiático de agregador de conteúdo em todo o mundo. Por isso, não fico surpreso quando o vejo como o oitavo mais lido no Reino Unido, superando o poderoso Financial Times.




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