jan 30 2009

Rua sem-saída: o fim da versão espanhola do Metro

Tag: midiaRafael Sbarai @


A queda da versão espanhola do Metro é um alerta ao The Printed Blog

Quem avisa amigo é. Depois de apenas dois dias do perigo que relatava a respeito do lançamento do The Printed Blog, uma iniciativa de destacar em um jornal impresso conteúdos web produzidos por cidadãos-repórteres e blogueiros, há uma confirmação: o fim da versão espanhola do Metro, jornal gratuito que circula também em São Paulo.

Trata-se do primeiro impresso gratuito a fechar no país europeu devido, é claro, a crise econômica financeira que assola o mundo. A decisão de encerrar a publicação acontece bem no primeiro mês de 2009, ano que não será de grandes perspectivas para este segmento de comunicação. Ao todo, 83 trabalhadores perderam o emprego.

O anúncio, considerado um pouco tarde, devido às prestações de contas vistas na web, confirma minha hipótese de que um jornal gratuito está sofrendo mais com a crise do que um formato pago, por exemplo. O mercado publicitário, com grande receio, está voltando suas fichas para um mundo online, considerado por eles “mais seguro no momento”. Caso não exista projeções e novos modelos de negócio, grande parte dos gratuitos vai andar pelas avenidas e terminar em uma rua sem-saída.

E não pára por ai. A edição espanhola de Metro é o terceiro pino a ser derrubado em tão pouco tempo. Croácia e Polônia, no leste europeu, já foram vítimas de uma queda de cortes e recursos da empresa sueca que administra o meio.

Foto: nelo 2006.


jan 28 2009

O acesso ao Gmail offline

Tag: culturawebRafael Sbarai @

Um dos recursos mais esperados pela “população presa” ao Google chega nesta quinta-feira: a principal marca de buscas do mundo anunciou a disponibilidade do internauta acessar o Gmail sem estar conectado à internet.

A ferramenta, que está em versão beta, salva automaticamente os e-mails no computador do usuário e, quando cair a conexão ou o usuário estiver em locais sem acesso à internet, será possível localizar as mensagens que já foram baixadas na caixa de entrada.

A empresa desenvolveu, há quase dois anos, algorítmos “novos” que descobrirão, automaticamente, as mensagens de cada usuário do Gmail. O serviço, com o nome de Gmail Webmail (um pouco redundante), faz parte de um “futuro” grande agregador de plugin, o Gears. Hoje, por exemplo, é possível acessar o Reader e o Docs de modo offline.

Caso tenha dúvidas, o Google Labs disponibilizou um vídeo explicando toda a situação.


jan 27 2009

Um jornal impresso com conteúdos web

Tag: midiaRafael Sbarai @


Um agregador de conteúdo palpável: The Printed Blog tem proposta “nova” e perigosa

Um “novo” modelo de negócio chega ao mercado norte-americano nas próximas semanas. The Printed Blog, um jornal gratuito com conteúdos produzidos por blogueiros e cidadãos-repórteres começará a ser distribuído em duas cidades dos Estados Unidos.

Mais de 300 produtores de conteúdo já aceitaram participar da primeira edição, um número digno de relevância. [pessoas, seja por auto-expressão ou publicidade pessoal, buscam sim ter seu nome preenchido em um jornal]. A primeira edição, que será distribuída nas estações de transportes públicos de Chicago e São Francisco, terá seis páginas.

A situação positiva de toda esta situação é a transparência com que Joshua Karp, fundador do ambiente, mostra: ele aproveitou a oportunidade da divulgação para revelar que a primeira edição teve uma despesa de 15 mil dólares, aproximadamente 33 mil reais.

Segundo entrevista ao PeriodismoCiudadano, The Printed Blog vai premiar os produtores de conteúdo a partir dos anúncios publicitários vistos em cada artigo ou conteúdo postado no jornal. Uma forma de dar satisfação e mostrar a importância de construir um novo meio a partir do “zero”.

A iniciativa, pertinente, “inovadora” e perigosa, promove um modelo midiático pouco conhecido hoje no mercado: um agregador de conteúdo palpável, que pode ser lido a qualquer momento, em qualquer lugar. Na Itália, por sua vez, a rede de blogs Blog.it já tentou fazer isso há algum tempo. E não deu certo.

Trata-se de algo “quase-inédito” visto hoje. No Brasil, o caso que mais se “parece” (um pouco) com a publicação é a revista Offline, que traz alguns conteúdos provenientes da web, mas com uma redação própria. Acredito que seja perigosa pelo simples fato da crise envolvendo impressos gratuitos, com exceção ao Brasil.

“Grandes marcas gratuitas” como Metro e Destak andam mal das pernas há algum tempo, com fechamento de filiais em diversos cantos, além de um resultado financeiro anual negativo. O grande diferencial e que pode alavancar o The Printed Blog é a preocupação e a vontade de, cada vez mais, unir redes sociais, cidadãos e conteúdo de relevância, situação que poucos fizeram até hoje.

Foto: Isabel.


jan 26 2009

A Fórmula da Televisão

Tag: midia,reflexoesFelipe Jannuzzi @

Na Campus Party, conectado numa banda de 10Gb, pude constatar as maravilhas de poder assistir o que quiser sem solavancos e tempo de espera.

Não tenho dúvida que a plataforma do futuro para a veiculação de programas audiovisuais é a internet.

Assistiremos jornais, documentários, seriados, novelas transmitidos pelos caminhos da rede IP. Acredito nisso porque a internet proporciona muitas vantagens: qualquer pessoa pode ser um produtor e transmissor, assisto o que quiser na hora que quiser (on demand), tenho o potencial de interagir com o conteúdo e com outros espectadores, aos poucos o meio vai se mostrando lucrativo para os profissionais produtores de conteúdo, etc.

Como vimos aqui no blog “as mídias tradicionais estão encontrando novos modelos de negócio para poder se enquadrar na realidade online”. No entanto, nesse cenário de exaltação da internet, faço um contra-ponto e revelo agora o porque de achar que a televisão aberta brasileira, uma mídia tradicional de rádio-difusão, ainda apresenta muitas vantagens em relação às soluções da WWW.

A fórmula da televisão aberta no Brasil.

1. Ubiquidade: A TV está na padaria, no buteco, na escola, na sala. No Brasil mais de 90% das residências possuem um ou mais televisores. Quanto tempo será que vai levar até que todos os brasileiros tenham um computador e acesso à internet?
2. Serviço gratuito: Não pagamos para assistir televisão aberta. O acesso à internet (cabo, DLS, 3G, etc) está controlado pelas grandes companhias telefônicas com seus planos mensais e pacotes de dados.
3. O que importa é o programa: Enquanto a internet faz dinheiro com agregadores de conteúdo a televisão dá enfâse para o conteúdo em si.
4. O espectador quer ouvir histórias: Gostamos da televisão porque queremos ouvir histórias bem contadas. Os seriados norte-americanos, as animações japonesas, as novelas brasileiras são ótimas histórias contadas por profissionais de diversas áreas. Essas produções muito dispendiosas só sobrevivem no modelo de negócio da televisão. As produtoras ainda procuram uma forma de veicular seus programas na internet de forma lucrativa.
5. O audiovisual prevalece na TV: A internet ainda é uma linguagem textual, enquanto na televisão temos a excelência na imagem sonora e visual.
6. Compromisso com a informação e com a qualidade: Canais de televisão são cobrados pelos espectador – que procuram seriedade e qualidade. Os profissinais da TV respondem pelos seus atos e estão sendo julgados pelo consumidor.
7. Modelo de negócio: Quem mantém a indústria televisiva brasileira é o patrocinador. A internet ainda não definiu exatamente como ganhar dinheiro: Quem paga? O patrocínio ou o usuário? O fracasso da TV a cabo no Brasil talvez seja uma resposta para essa pergunta.
8. Uma indústria forte: A televisão aberta é formadora de opinião e faz parte do dia-a-dia do brasileiro. Como veiculo de massa construiu um enorme parque técnico e um contingente de profissionais especilizados.
9. Uma indústria inteligente: As mídias tradicionais estão produzindo para a rede. Mas elas não podem simplesmente adaptar seu conteúdo para a internet, por isso aos poucos vão sendo implementados novos layouts, novos níveis de interatividade e novas linguagens. No exterior e aqui no Brasil as grandes emissoras de rádio-difusão já estão criando conteúdos para as plataformas online e mobile. Com isso criam novos nichos e divulgam sua grade de programação – aumentando a audiência dentro e fora da TV.
10. A implementação da Televisão Digital: Melhora na recepção e na qualidade do sinal, vai trazer a mobilidade, a portabilidade e a interatividade (muito limitada, é verdade). Vamos assistir televisão no carro, na fila do banco, correndo da chuva. Tudo isso sem pagar nada. Será que com a implementação do Wi-Max (serviço de internet sem fio para grandes centro urbanos) teremos um acesso móvel, portátil, interativo que funcione? E será que pagaremos por ele?

Comparar TV com web é igual comparar maças com laranjas. São mídias distintas. O bacana é analisar as tendências, questionar os meios como produtor e espectador e levantar questionamentos que parecem revelar que a solução esta realmente na convergência.

Foto: Flickr


jan 26 2009

Barack Obama e sua “hemeroteca de capas” de jornais

Tag: midiaRafael Sbarai @

Positiva e reflexiva a reunião de todas as capas de jornais envolvendo a posse de Barack Obama nos Estados Unidos, feita pelo Trader Aaron’s. O ambiente reuniu, em pouco tempo, 400 páginas principais impressas de todo o mundo. Uma espécie de hemeroteca do carro-chefe” de um meio de comunicação.

Não é a primeira vez que o blog promove, em um único espaço, o compartilhamento de jornais de um mesmo tema. Em novembro do ano passado, Trader Aaron´s blog compilou 700 capas impressas envolvendo, na época, a disputa presidencial norte-americana.

A iniciativa, que não é pioneira, é extremamente pertinente para render frutos envolvendo temas como análise de discurso. A partir de fotos, cores e texto, por exemplo, será possível estudar e, posteriormente, visualizar a orientação midiática em destaque.

Este agregador de conteúdo, também, confirma a necessidade de compartilhamento de suportes de informação palpáveis. O Google e o The Times são dois bons exemplos nesta área.


jan 23 2009

A “queda” do Digg e a ascendente do Twitter

Tag: culturaweb,curiosidade,tendenciasRafael Sbarai @

Muito se falou, desde o início da semana, sobre a queda de audiência do Digg e mais um novo crescimento do Twitter. Na última quarta-feira, dia 21, o maior “microblogging” do mundo superou em usuários, pela primeira vez, o ambiente colaborativo de conteúdos.

O tom de cada nota a respeito do fato foi um pouco alardeado. Não acredito em queda do Digg, um dos serviços mais fantásticos da web. Devemos ressaltar, sim, o crescimento vertiginoso de uma ferramentinha que poucos acreditavam. O Twitter foi impulsionado por novos adeptos e recebeu grande quantidade de mensagens nas últimas semanas graças ao acidente envolvendo um avião no Rio Hudson, nos Estados Unidos, além da iminência, na época, da posse de Barack Obama.

A quase-tragédia e a mudança presidencial norte-americana promoveram mais um grande burburinho na ferramenta social, que aos poucos torna-se sinônimo de um grande agregador de conteúdo. Um excerto de mensagem provocou a construção de uma informação completa, seja ela feita em 138 caracteres por vários interagentes ou até mesmo por links.

Obs: Enquanto isso, uma quase-coincidência: via Twitter de @nadjapereira, descobri que o Digg anunciou um corte de 10% do grupo de seus funcionários.


jan 22 2009

“A maior mudança cultural da história do El País”

Tag: midiaRafael Sbarai @


Integração de redações para cortar custos: objetivo do El País em 2009

Foi com esta frase que o El País, um dos jornais mais importantes da Espanha, anunciou sua reformulação e a criação de um novo modelo de negócio: a integração de redações para promover convergência e, claro, cortar custos futuros devido à crise financeira mundial.

Juan Luis Cebrián, conselheiro do Prisa, grupo que edita o jornalão, fez um pronunciamento preocupado e que devem promover mudanças apenas para o funcionário. Quem ganha é o leitor, que terá uma maior atenção.

Depois de meses de especulação, o veículo espanhol uniu seu ambiente online com o impresso, além da criação de novas outras empresas. A idéia é tornar El País como um grande produtor de conteúdo, seja ele feito em papel ou visualizado na web.

Tá na cara que é a operação não é jornalística, mas sim econômica. El País é mais uma empresa jornalística que está preocupada [e muito] com o seu futuro e o modelo de negócio de maior eficácia, para eles, é a convergência de redações. O reflexo de tudo isso está na frase de Cebrián.

A mudança é a única solução vista e viável para que o El País continue existindo como meio de comunicação nos próximos dez anos. A taxa de mortalidade dos jornais será altíssima daqui há pouco tempo.

É evidente a preocupação exacerbada de Cebrián. Parece que o indivíduo entrou na onda do “fim dos blogs” ou do “fim do impresso“. Isso não acontece do dia pra noite e modelos de negócio estão aí, hoje, no mercado, para provar isso. Um grande exemplo é a sacada do The New York Times ao vender, pela primeira vez em sua história, um espaço de publicidade em sua capa.

Foto: Stttijn.


jan 21 2009

As 510 promessas de Barack Obama serão vigiadas pelo “Obameter”

Tag: culturawebRafael Sbarai @

Interessante e pertinente a ferramenta de análise do novo governo de Barack Obama nos Estados Unidos. O presidente, que tomou posse nesta terça-feira, será um dos chefes de estado mais cobrados de todo mundo. Esta sensação, por exemplo, pode ser vista no “Obameter”.

Criada pela PolitiFact.com, a ferramenta vai vigiar, medir e, claro, cobrar, as 510 promessas apresentadas pelo até então candidato à presidência dos Estados Unidos. Dentre todos esses “planos de governo mundial”, teremos três classificações para cada tema: “Stalled”, “Em Obras” ou “Nenhuma ação”.

Todas as suas promessas começam do zero: “nenhuma ação”. Aos poucos, a métrica vai desenvolver uma “cara” e mostrará os resultados de cada passo do novo presidente norte-americano. A ferramenta é tão interessante que promove a possiblidade de um internauta participar.

Você tem direito a sugerir propostas ou comentar cada passo de um dos governos mais vigiados pela população de todo o mundo.

Foto: SP1FFYD.


jan 20 2009

O “mais do mesmo” de Berners-Lee e a 1ª experiência de ser palestrante

Tag: palestra,tendencias,web2.0Rafael Sbarai @

Negativa a aparição alardeada e tão esperada de Tim Berners-Lee na segunda edição brasileira da Campus Party, realizada nesta terça-feira, no Centro de Exposição Imigrantes, em São Paulo. O criador da web discursou em menos de uma hora, não promoveu novas discussões, atendeu ao público mainstream, já que possui um grande nome, mas deixou a famosa marca “mais do mesmo” de um discurso pronto.

O britânico, de 53 anos, usou uma apresentação que pode ser vista a qualquer hora do dia presente na Wikipedia ou em seu site oficial, falou sobre o fenômeno da web semântica, considerando sua antecessora (o péssimo jargão Web 2.0) como algo “frustrante” e garantiu que a internet vai retornar às suas origens, algo que provavelmente vai acontecer já que peculiaridades permanecerão.

Berners-Lee aproveitou para ressaltar a força do internauta, interagente e utilizou um discurso semelhante ao novo presidente do Estados Unidos, Barack Obama, ao se referir ao “Yes, we can” (Sim, nós podemos):

O poder da web, já há alguns anos, está nas mãos de vocês. Nós temos condições para isso. Esta cultura só irá aumentar com o decorrer do tempo.

O único grande momento foi uma cutucada à Microsoft, que sempre tenta padronizar e produzir um controle na web. “Tenha certeza: a grande força da web é que você tem condições de fazer suas escolhas”, finalizou com um discurso otimista.

A experiência de ser palestrante

Pela primeira vez, graças a convite de Inagaki e Edney, participei do primeiro painel de discussões da Campus Blog, uma área específica e pertinente da Campus Party. A palestra reuniu também Juliana Vilas (UrblogÉpoca São Paulo), Henrique Martin (Zumo) e Eduardo Brandini (Band). Tudo com a moderação de Bia Kunze (Garota Sem Fio).

Em pouco mais de uma hora de boas conversas, com perguntas interessantes, ficou nítida a necessidade de uma atenção redobrada dos veículos de comunicação na questão da construção do conteúdo para ser visualizado no celular. A prestação de serviço, com informações objetivas e sucintas marcam uma questão primordial como um primeiro ponto de estrutura móvel. Não adianta redirecionar a página principal de um portal e jogar simplesmente no celular. Você estará tapando um buraco apenas com um cone ou um sinalizador. Se o objeto não estiver mais lá, alguém vai cair nele.

Outro ponto de reflexão que merece um destaque envolve o uso do celular para eventuais entrevistas nas ruas. O aparelho suaviza uma situação na hora de retirar excertos de um discurso de uma pessoa comum, além de ser um objeto simples e fácil de carregar. A grande maioria da população brasileira se sente intimidada ainda com o aparato de luzes, cabos e uma câmera pesada no ombro de um indivíduo.

O evento, que teve 1h30 de duração, acabou com uma frase que mostrará o espírito de um simples aparelho que “só serve para ligar”, como dizem muitos, feita por Breno MacMasi, durante uma conversa que tive com ele no MobileCamp: “Eu esqueço minha carteira, mas não meu celular.”

Fernando Firmino, por sua vez, disponibiliza um streaming de todo o encontro realizado nesta terça-feira. Vale a pena conferir:

Foto: Campus Party Brasil e Alessandro Martins.


jan 20 2009

Primeiras Impressões da Campus Party

Tag: culturawebFelipe Jannuzzi @

Tim Berners-Lee entrou no palco da Campus Party como um rock star. O criador da World Wide Web não era Jimi Hendrix, mas a galera vibrou. Ele não estava lá pra tocar nenhum solo de guitarra, mas tudo bem, ele era fluente em uma linguagem ainda mais universal que o rock n’ ­roll, capaz de fisgar dos mais entusiastas até os mais sem graça (presente no palco estava o governador Serra, que se declarou um viciado em internet).

Com o fim do show de abertura a platéia dispersou. Nós estávamos seguindo as recomendações dos realizadores: “Vamos colaborar e criar” e dito e feito, fomos todos abastecer nossos blogs com os sons e imagens captados por nossas câmeras amadoras (era tanto flash e filmadora que mais parecia uma coletiva de imprensa… ou um show da Madonna).

Mas não se enganem, o espírito do Campus Party não é liderado por nenhum herói da guitarra ou beldade pop. A sensação é a de que os talentos estão nos laptops ao lado e que o futuro pode surgir de alguma ideia no intervalo de alguma palestra (ou durante).

Inspiração não falta. As palestras e workshops são de temas variados: sobre comportamento e tecnologia, sobre fotografia e astronomia. E a possibilidade de criar em tempo real em cima de tanta informação absorvida se revela uma forma de aprendizado muito mais interessante do que o tradicional giz, lousa e carteira.

Foto do flickr


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