fev 27 2009

Twitter ganha novos procuradores: os jornalistas

Tag: culturaweb,twitterRafael Sbarai @


Overdose de Twitter na mídia gera novo burburinho: agora é a vez do Google

A imprensa especializada em tecnologia quer mesmo vender o Twitter. Depois da especulação envolvendo o maior “microblogging” do mundo e o Facebook, em uma negociação que rondava os 500 milhões de dólares, chegou a vez, é claro, do Google.

Segundo John Batelle, um dos fundadores da Wired, o sinônimo de buscas na web estuda a aquisição do mais novo “queridinho da web”. Um boato que cresceu nesta quinta-feira, mas que não mostrou valor financeiro nenhum.

Batelle usa como discurso o Youtube: o Google quer aumentar seu controle sobre os produtos de sucesso na web.

O Google tinha que comprar o Youtube. E isso é o que pode acontecer com o Twitter, mesmo com sua microplataforma Jaiku (que por sinal também foi adquirida).

A especulação só amplia a importância que o Twitter ganha a cada dia, principalmente após o fim da divulgação e propagação de personagens fakes para a construção de conteúdos a respeito do furado tema “o Twitter informou primeiro”.

O mais interessante de toda essa história é que o serviço, aos poucos, parece aquele bom jogador – mas em má fase no momento – que tenta se valorizar com informações ou especulações plantadas por terceiros para jogar em grandes clubes da Europa, por exemplo. Nesta situação, o procurador/empresário do atleta é a imprensa e o produto (Twitter), seu futebol.

Mas, cuidado: o pentacampeão Denílson saiu do Palmeiras pra jogar na Inglaterra e hoje é um reserva de luxo no modesto Itumbiara, de Goiás.


fev 26 2009

A segunda versão de hiperlinkagem chega ao La Vanguardia

Tag: midiaRafael Sbarai @

Parece que o La Vanguardia, um dos meios online mais interessantes da Espanha, gostou da ideia de agregar informações em apenas um ambiente virtual. Depois da positiva união com o Twingly, um motor de busca de blogs que conecta, automaticamente, a blogosfera ao seu canal, a empresa jornalística lançou o HagoClic.com, um novo filtro de cunho informativo e social.

Em formato blog e com uma vontade insana de ganhar tráfego, HagoClic reúne, em um mesmo post, diversos pontos de vista de uma informação, com destaque aos rivais. Funcionalidade que já foi vista no Washington Post, com o Political Browser e, meses depois, o New York Times, com o Times Extra.

La Vanguardia vai, mais uma vez, na onda do “ofereço o melhor conteúdo, fique aqui conosco”. É mais um artifício para laçar o leitor, que está perdido e visita diversos sites para encontrar uma informação, ao menos, “fiel”.

Em fase Beta e sob plataforma WordPress, HagoClic é o novo rato de laboratório do La Vanguardia. Trata-se apenas um projeto experimental e que pode proporcionar um belo retorno financeiro e, claro, de acessos.

A única grande diferença e que merece destaque em seu canal é a importância que dá às redes sociais, principalmente Facebook e Twitter, por exemplo. É lugar-comum visualizar em uma nota algo como “confira os acontecimentos em tempo real no Twitter” ou “usuários criam um grupo no Facebook”.


fev 24 2009

A necessidade de produzir registros online com o grupo Manchete

Tag: midiaRafael Sbarai @

Intrigante e bem interessante conhecer uma história de um império jornalístico do qual não faz parte de sua vida. Nas últimas semanas, gastei parte de meu tempo com “Aconteceu na Manchete” (Desiderata, 448 págs. R$ 49), livro organizado por José Esmeraldo Gonçalves e J. A. Barros, praticamente um agregador palpável que reúne personalidades e 16 jornalistas para contar um pouco sobre experiências pessoais e, claro, sobre o espírito de vida de Adolpho Bloch, carro-chefe da empresa.

A obra, bem produzida e extensa, possui um bom nicho de leitores: aspirantes ao mercado jornalístico. Das mais de 400 páginas, é possível retirar histórias ímpares a respeito de atuações no mercado, questões éticas da profissão e artifícios para atrair e promover vendas de revistas.

Cheguei aos 20 há pouco tempo. Manchete, como meio de comunicação, é sinônimo de apenas transmissões televisivas pioneiras das primeiras raquetadas de Gustavo Kuerten em Roland Garros. A série de revistas criadas, sinceramente, você ouve falar. Mas conviver, nada.

E este foi o espírito que tive ao abrir as primeiras páginas, com histórias específicas e de difícil entendimento  como as de Oscar Niemayer, por exemplo. Fiquei com a sensação que o arquiteto escreveu para “poucos”, de um grupo seleto.

A publicação serve, também, para mostrar como o “mercado de revistas” sofreu algumas mudanças. Entre 1952 e 2000 – ano da falência do grupo Manchete – a revista saía sempre às quartas-feiras, uma data incomum ao atual cenário, já que as principais revistas do país chegam às bancas aos sábados.

E não é necessário ter presenciado a época para mostrar que a marca Manchete quebrou paradigmas.

Conseguiu, sob muito esforço e novos modelos de negócio, desbancar  a poderosa Cruzeiro, de Assis Chateaubriand, um dos primeiros monópolios da imprensa brasileira. E seus méritos são  dividos com uma surpreendente equipe, com nomes conhecidos hoje no mainstream como os do autor Gilberto Braga, o  dançarino Carlinhos de Jesus, além dos renomados Nelson Rodrigues, Carlos Heitor Cony e Paulo Coelho.


Blog da Bloch é a grande novidade no livro

Na arquitetura da construção do livro, uma novidade. Quase toda página de descrição contém um espaço em seu canto chamado Blog da Bloch. São histórias, curtas, que acrescentam informações interessantes e que merecem um certo destaque. Logo, nada mais justo a criação de um espaço a elas.

A criação e, certo alarde da imprensa pelo lançamento da obra, podem ser os primeiros passos para populizar ou promover um [novo, para os jovens] nicho de um veículo de comunicação de histórias na imprensa brasileira na web.

A criação de uma hemeroteca de revistas, por exemplo, é um caminho para restaurar momentos e perspectivas de um Brasil totalitário, principalmente quando é necessário registrar momentos da imprensa, um excerto do que é visto nas publicações Manchete.


fev 19 2009

A contribuição de Facebook e Twitter na recuperação da bicicleta de L. Armstrong

Tag: culturaweb,tendencias,twitterRafael Sbarai @

Interessante a ampliação da importância dada à bicicleta roubada de Lance Armstrong, um dos maiores nomes da história do ciclismo, vencedor do Tour de France por sete oportunidades.

Quatro dias após o sumiço de seu “transporte”, o norte-americano promoveu sua própria mídia, fez um apelo aos mais de 146 mil seguidores no Twitter, e acabou conquistando seus objetivos nesta quinta-feira: encontrou sua bicicleta graças a uma “ajudinha” das redes sociais.

O instrumento foi entregue à polícia de Sacramento por um homem considerado inocente “no caso”. O sargento Norm Leong fez questão de elogiar a prática colaborativa de usuários de redes sociais.

Toda a tecnologia que temos hoje manteve a história viva, promovendo até o retorno da bicicleta de Armstrong.

No Facebook, a situação não é diferente. Na maior rede social do mundo, fãs do ex-novo ciclista criaram uma comunidade de “um milhão de cidadãos buscando a bicicleta de Armstrong”, situação que só foi criada graças a participação do norte-americano aos ambientes bem concentrados de conteúdos gerados pelo usuário.

Lance Armstrong é mais um exemplo de celebridade que abraçou [de forma correta] ferramentas sociais para construir sua própria mídia, como muito bem disse Tiago Dória com o ator Ashton Kutcher.

Foto: Darcy McCarty.


fev 18 2009

A política de Luis XIV, visível no Google, quase chega ao Facebook

Tag: culturaweb,facebook,tendenciasRafael Sbarai @


Luis XIV não caiu do cavalo: o “Estado sou eu” é moderno e quase chega ao Facebook

Eu não iria comentar o caso, já que foi bem destacado por parte da imprensa online brasileira nesta quarta-feira, mas – a pedido de e-mails e do Nikolas – vou apenas inserir humildes pensamentos a respeito das mudanças repentinas envolvendo o Facebook.

A maior rede social do mundo teve sua marca “arranhada” nos últimos dias por conta de uma onda de protestos de seus usuários, que promoveram uma crítica coletiva veemente a respeito dos novos termos de uso do ambiente. Este, por sua vez, informou que não iria deletar informações individuais após o fechamento ou cancelamento de uma conta pessoal.

Facebook agiu rápido. Percebeu que cometeu deslizes quase-cruciais e revelou que vai divulgar novos termos de uso, dando ênfase a todos os “usuários insatisfeitos”, como bem definiu Mark Zuckerberg, em seu blog ontem. Sua explicação, há dois dias, sobre o ruído, foi até convincente, mas não o suficiente ao nicho “rebelde” que foi criado no Facebook.

Quando uma pessoa compartilha algo como uma mensagem com um amigo, duas cópias daquela informação são criadas: uma na caixa de mensagens enviadas do próprio usuário e outra na caixa de entrada de seu amigo. Mesmo se o usuário desativar sua conta, o amigo terá uma cópia da mensagem. Achamos que essa é a forma correta de o Facebook funcionar, garantiu Zuckerberg.

O fundador do Facebook foi até um pouco irônico. Sinceramente. Percebeu que muita gente não entendeu sua mensagem. As mudanças nos termos de uso promoveria, em certa parte, a manutenção de um histórico com uma pessoa que cancelasse a conta. Situação que não é vista no Orkut, por exemplo. Você é o único que consegue visualizar, dentro de sua conta, depoimentos, mensagens que foram enviadas a você de pessoas que não possuem mais login.

Mas não é bem assim. Parte dos usuários revoltados da rede social sabiam que todos os dados coletados pelo Facebook poderiam ser armazenados e o próprio ambiente poderia utilizá-los sem problema algum.

A prática produzida pode ser denominada de Luis XIV das redes sociais, um dos chefes de estado da França mais autoritários e que leva até hoje a famosa frase “O Estado sou eu”. O único problema de todo este burburinho é que o Google produz este autoritarismo sem ao menos alguém perceber/criticar.

Isso só foi mais evidenciado com o lançamento do Google Latitude, por exemplo. Agora, a maior marca de buscas web do mundo pode monitorar até onde você está no momento. Em pouco tempo, criou um mecanismo de saber quais são suas buscas (Google), quais pessoas conversam mais com você (Gtalk), com quem você troca e-mails (Gmail) e o que produz como conteúdo (Google Docs e Youtube).

Foto: Jlastras e Rutty.


fev 18 2009

“Tira o dedo da tomada menino!…

Tag: culturaweb,mobilidadeNikolas Maciel @

… tá atrapalhando meu download!!!”


Bzzzz!

É… até pela tomada agora! A AES Eletropaulo, gigante provedora de serviços energéticos, entrou no mercado de distribuição de internet agora. Com um produto chamado de BPL (Broadband Power Line), a empresa passará a fornecer conexão à internet por meio da rede elétrica.

Um serviço um tanto quanto inusitado (mas já comum nos EUA e na Europa) que vem carregado de vantagens (pelo menos aparentemente): o modem é plugado diretamente na rede elétrica e pode ser levado pra qualquer lugar que conte com o BPL. Segundo eles o serviço é altamente seguro e estável e não influencia no consumo (e na conta) de luz.

Novas tecnologias são sempre empolgantes. E quando se trata de conexão à internet, que seja estável e portátil, dá até frio na barriga esperar. Velocidade: fala-se em algo em torno de 100mbps (compartilhados). Preço: prometeram competitividade com os serviços atuais. Mas, é sempre bom torcer o nariz pra promessas muito pomposas…

O jeito é esperar e torcer pra que o apagão não volte à moda!

Fonte: Info

Foto do Flickr


fev 17 2009

MSNBC segue reinando na audiência de ambientes de informação nos EUA

Tag: midiaRafael Sbarai @

Interessante e reflexiva a última métrica de audiência do mês de janeiro do Instituto Nielsen, divulgado nesta terça-feira. Quem pensa que o New York Times é o meio online de informação mais lido nos Estados Unidos, se engana. A MSNBC, seguido da CNN e Yahoo, reina absoluto no país, com uma audiência relativamente grande e fiel.

No Brasil, o relatório pode ser visto com um “certo espanto”. Quem diria que, um veículo como o NYT, com tantas boas mudanças e necessidades de tornar-se uma plataforma centralizada de informação nos últimos meses, fosse apenas o quinto na lista. No Reino Unido, por exemplo, o jornalão é o oitavo mais lido.

Isso confirma a fidelidade e o bom posicionamento feito pela MSNBC há praticamente um ano. A empresa tomou a liderança do Yahoo News no último mês de julho e, desde então, não perdeu o trono. E essa hegemonia tem motivo: investimento no momento certo.

MSNBC é apenas uma “pequena parte” da poderosa família chefiada pela NBC News. Há alguns meses vem investindo pesado na união de dois signos: tecnologia e informação. Não à toa já possui uma boa e nova ferramenta de visualização de conteúdos, mais dinâmica, bonita e simples, o Spectra.

A funcionalidade promove um ponto de vista inovador para ler uma informação. Tornou-se uma das primeiras propostas de interatividade de notícias na web, comprovando aquela velha máxima que o internauta não está sozinho no momento em que visita o site. É possível, por exemplo, até comentar um mesmo fato com uma pessoa de um local diferente.

Outro ponto reflexivo desta lista dos dez mais lidos é a presença de Yahoo e Google News, agregadores de notícias que ainda não se popularizaram no Brasil, seja pela pouca visibilidade dada, seja pelas “trapaças” feitas por portais como Uol e Terra, que não exibem seus conteúdos no ambiente.


fev 17 2009

Under the Red Carpet

Tag: cinema,reflexoesNikolas Maciel @

Los Angeles – Califórnia.

Uma das casas mais aconchegantes do cinema mundial (que dentro de alguns dias hospedará aquela festa que todo mundo adora, como é o nome mesmo? Ah, o Oscar!) tem uma vida underground bastante interessante. E por underground quero dizer que não envolva milhões e milhões de dólares e celebridades sem vida própria. Já havia comentado isso aqui no De Repente, mas é em LA que também se hospeda um dos embriões mais interessantes do cinema do futuro: o Filmaka.

Este site, que busca novos talentos dos mais variados lugares do mundo, promove concurso bimestrais de curta-metragens com um tema (que eles mesmos propõem) e com um teto de três minutos de duração. A regra geral é saber se virar com 0 de budget e ser criativo. Os concursos têm várias etapas e nas mais avançadas, os pequenos filmes (ou seriam vídeos?) são julgados por nomes como Bill Pullman e Werner Herzog.

Nunca entendi as grades… afinal de contas quem agarraria a Scarlet Johansson se visse ela passando?

Apesar de ter um público bem enraizado no cinema tradicional (todos querem, no fundo no fundo, um tapete vermelho) o site promove o amadurecimento desses produtores para um contexto muito distante do tradicional glamour de Hollywood. Num mundo essencialmente virtual, sem barreiras geográficas ou culturais (aliás, a diversidade é um dos atrativos mais interessantes do portal) existe um constante incentivo à produção e principalmente à inserção do cineasta em potencial ao mundo da publicidade 2.0 (e seus branded contents, product placements e outros jargões gringos).

Dentre os concursos promovidos os de maior destaque são os de “parceiros” do site (que variam desde a Cisco até a Lincoln, passando por outros gigantes da indústria norte-americana). E pensando um pouquinho pra frente, o que será da indústria cinematográfica daqui há alguns anos quando os filmes estiverem cada vez mais com um pé na rede? Eu vislumbro um novo-velho-oeste de artistas duelando epicamente com marcas superpoderosas que se revelam seus pais no final do filme (uma vez que quem vai bancar isso tudo, provavelmente serão as próprias empresas que darão pitacos não muito bem-vindos no conteúdo – mas pensando bem… até que ponto isso é muito diferente de hoje no fim das contas?).

Não se sinta assim. Seu trabalho está sendo visto por gente muito importante!

O que é importa deixar registrado é que essa talvez seja a primeira iniciativa de democratização de uma produção cinematográfica mais tradicionalista. Iniciativa essa oriunda da terra mais bairrista com seus produtos cinematográficos.  E quem ganha somos nós do terceiro mundo. Afinal de contas, quais as chances de ter uma oportunidade de passar seu vídeo para big shots de Los Angeles. Com isso, a competição se restringe somente à capacidade de criar e inovar em condições extremas de orçamento (da ausência dele, no caso).

Quem sabe daqui há alguns anos o tapete não fica mais vermelho do nosso lado da tela?

Fotos do Flickr em Creative Commons.


fev 16 2009

Crise econômica pode decretar fim do Blip.fm

Tag: culturaweb,tendenciasRafael Sbarai @

E a crise econômica que assola o mundo pode decretar o fim de um dos “coelhos” de maior destaque na web nos últimos meses. Blip.fm, um ambiente social voltado para música – aos moldes do Twitter – pode fechar suas portas nos próximos meses.

A Fuzz Artists, empresa que desenvolve o “microblogging musical” (odeio este termo), não anda bem das pernas: fez um corte de funcionários na última semana, deixando apenas quatro funcionários para gerenciar parte de seus produtos, entre eles o Blip.fm.

Com apenas dez meses de nascimento, o ambiente não obteve o retorno financeiro esperado, apesar de ser uma ferramenta de grande uso por parte dos usuários do Twitter, e tem seu futuro, assim, indefinido. Blip.fm tem possibilidades de encerrar suas atividades, mas ainda assim acredito em uma incorporação a alguma grande marca, já que parte de seu nicho permanece fiel.

Apesar dos boatos, é possível tirar boas lições a respeito do “boom” de programas e redes sociais que se famigeram através do Twitter. O próprio, já não é mais uma unamidade, apesar de sua [boa] premissa de compartilhar informação. Blip.fm, então, pior ainda.

Começou com um serviço de propagação de inserção a rede que se aproximou mais de um spam, atributo que me deixou mais desinteressado ainda a seu respeito. Soma-se a isso a péssima navegabilidade por “seguidos” e “seguidores”, que promove o fim da música que você ouve.

Foto: Irist Typepad.


fev 13 2009

Frase da semana

Tag: culturaweb,frasedasemanaRafael Sbarai @

De certa forma, é uma nova forma de literatura.

Frase de Dom Sagolla, autor do livro “140 Characters, A Style Guide for the Short Form“, que aborda regras de uso, composição e gramática para uso do Twitter. A publicação chega em um estágio de amadurecimento e uma valorização “ufanista” da ferramenta.


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