A preocupação do New York Times com as redes sociais


A preocupação com a reputação: NYT tem até cartilha de rede social para jornalistas

Li isso há alguns dias e esqueci de destacar. O New York Times estabeleceu já há alguns meses uma espécie de cartilha aos jornalistas de uso das redes sociais. A iniciativa busca observar e, claro, zelar pela qualidade da imagem do jornal, atributo que serve de elogios por simplesmente buscar uma “readaptação” ao meio.

O “manual” possui diversas sugestões, como algumas que destaco:

Não se una a grupos: isso pode ser interpretado de formas distintas.

Deixe sempre em branco perguntas envolvendo política.

Cuidado na hora de recomendar artigos via qualquer sistema de rede social.

Não aconselhamos perguntar sobre vida pessoal de pessoas em redes sociais. Perguntas privadas podem gerar questionamentos.

Muita gente pode criticar a iniciativa pelo simples fato, novamente, da questão subjetiva da existência do homem. Onde estará a questão da liberdade de expressão, de ter opiniões, gostos, defeitos? Isso robotiza a profissão no veículo?

É um ponto de vista respeitado (e que não pretendo discutir), mas de ressalvas. O New York Times propõs tal espaço como uma lista de sugestões. Nada de cobranças ou exigências. O objetivo é fortalecimento de marca, já que você padroniza e mostra a importância que dá às redes sociais, ambientes vazios incrementados por conteúdos alheios.

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