O modelo de negócio do Facebook

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    Facebook como fonte de pesquisa: um belo nicho para ser estudado

    E o Facebook parece que encontrou uma maneira de fazer dinheiro com seu poderoso círculo construído.  Mark Zuckerberg, fundador da rede social, revelou durante o Forum de Davos, que existem possibilidades de iniciar uma espécie de comercialização de dados dos mais de 150 milhões de usuários inseridos no espaço.

    Zuckerberg está de olhos bem abertos e encontrou um modelo de negócio atrativo: sua rede de relacionamento pode virar um grande nicho de pesquisas específicas de diversos grupos no mundo. Durante seu discurso no Forum, até citou um [péssimo] exemplo envolvendo usuários da Palestina e de Israel.

    É muito fácil e simples conhecer o perfil de um usuário dessas duas regiões, realizando perguntas simples a respeito da questão de paz, por exemplo. [situação um pouco perigosa, já que pode provocar uma questão nova de xenofobia, bem aos moldes de "5ª B" mesmo, quando você descobre que o seu colega não gosta de você. Logo, também não vai gostar"].

    Zuckerberg encontrou uma das mais singelas atribuições de uma rede social: servir como grande fonte de pesquisa. Isso elimina altos custos de centros de dados, além de proporcionar um resultado eficiente.

    Outro grande nicho que o Facebook construiu, graças a sua plataforma social de conteúdo aberta, é mostrar o “humor” do internauta com certas marcas, informação extremamente pertinente para definir parâmetros, ou até mesmo reconstruir produtos.

    Toda essa tecnologia, por exemplo, já tem ferramenta: os anunciantes da rede social podem direcionar sua publicidade, produzindo menos “spam visual” e mais direcionamento de marca.

    Facebook é o New York Times da rede social e vice-versa. Possui estrutura, visão, objetivos e não tem medo de arriscar na hora de lançar uma funcionalidade nova. Não é à toa que ainda acredito em sua ascensão no Brasil.

    Hoje, vejo a rede social norte-americana como um belo shopping center que não cobra aluguel de suas lojas: os estabelecimentos (novas ferramentas, redes sociais) integram e, aos poucos, constroem o local para se tornar popular, bem frequentado.

    Foto: Lavie 22.

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