O retrocesso da cultura do "algo a mais" volta a rondar o New York Times

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  • Fernando

    Só falta. O poderoso NYT tentar dar uma volta atrás e ser Folha de São Paulo.
    Gosto tanto das mudnaças que vejo aqui no De Repente, mas sinceramente acredito que o que colocou é mentira.

  • http://www.ulissestavares.com.br Nathália

    Olá, peço que, se possível, divulgue o site do poeta Ulisses Tavares (www.ulissestavares.com.br) em seu blog.
    Mandando um email para nós você concorre a um livro por semana do escritor!
    Desde já agradeço a gentileza.

    Abraços!

  • http://derepente.com.br Rafael Sbarai

    @Fernando
    São apenas boatos. Nada muito concreto.
    Abraço

  • http://nadjapereira.wordpress.com Nadja Pereira

    Menino! Sabe que eu acho um “plus” nem tão ruim. Por que há um custo das empresas em tapar buraco de usuários não tão assíduos dos serviços. No caso de informação eu acho um pouco mais complicado. Acredito no chamado “Fremium” e acho que ele veio para ficar,principalmente pelo fato de diferenciar o cliente e oferecer o melhor serviço para ele. Se o usuário põe dez vídeos por dia e eu que faço três no mês, ele deve ter acesso gratuito também? Na prática é muito complicado tapar esse buraco e nivelar o público. Só que no caso da livre circulação de informação é bem difícil.

  • http://derepente.com.br Rafael Sbarai

    @Nadja
    Tocou em um ponto de vista interessante. Acredito que seja válida a ideia de restringir algumas coisas, sim. Mas isso, sinceramente, é retrocesso no atual momento. Modelos de negócios estão aí no mercado. NYT tem gente o suficiente pra realizá-los. O futurista Rogers pode ter uma bela sugestão.
    Gosto de mudanças, mas as retrógradas atrapalham, me incomodam. Pense no quesito publicitário envolvendo a restrição de conteúdo. Você vai ganhar mais por um banner publicitário onde todos podem ver ou em um pequeno espaço de um número determinado de leitores?
    Essa é a questão que penso, sabe Nadja.
    Mas seu ponto de vista é interessante e mostra o outro lado da moeda.
    Obrigado

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