![]()

E a crise econômica que assola o mundo pode decretar o fim de um dos “coelhos” de maior destaque na web nos últimos meses. Blip.fm, um ambiente social voltado para música – aos moldes do Twitter – pode fechar suas portas nos próximos meses.
A Fuzz Artists, empresa que desenvolve o “microblogging musical” (odeio este termo), não anda bem das pernas: fez um corte de funcionários na última semana, deixando apenas quatro funcionários para gerenciar parte de seus produtos, entre eles o Blip.fm.
Com apenas dez meses de nascimento, o ambiente não obteve o retorno financeiro esperado, apesar de ser uma ferramenta de grande uso por parte dos usuários do Twitter, e tem seu futuro, assim, indefinido. Blip.fm tem possibilidades de encerrar suas atividades, mas ainda assim acredito em uma incorporação a alguma grande marca, já que parte de seu nicho permanece fiel.
Apesar dos boatos, é possível tirar boas lições a respeito do “boom” de programas e redes sociais que se famigeram através do Twitter. O próprio, já não é mais uma unamidade, apesar de sua [boa] premissa de compartilhar informação. Blip.fm, então, pior ainda.
Começou com um serviço de propagação de inserção a rede que se aproximou mais de um spam, atributo que me deixou mais desinteressado ainda a seu respeito. Soma-se a isso a péssima navegabilidade por “seguidos” e “seguidores”, que promove o fim da música que você ouve.
Foto: Irist Typepad.

Pingback: Last.fm dá um tiro no próprio pé e começa a cobrar seus usuários | De Repente