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Interessante a ampliação da importância dada à bicicleta roubada de Lance Armstrong, um dos maiores nomes da história do ciclismo, vencedor do Tour de France por sete oportunidades.
Quatro dias após o sumiço de seu “transporte”, o norte-americano promoveu sua própria mídia, fez um apelo aos mais de 146 mil seguidores no Twitter, e acabou conquistando seus objetivos nesta quinta-feira: encontrou sua bicicleta graças a uma “ajudinha” das redes sociais.
O instrumento foi entregue à polícia de Sacramento por um homem considerado inocente “no caso”. O sargento Norm Leong fez questão de elogiar a prática colaborativa de usuários de redes sociais.
Toda a tecnologia que temos hoje manteve a história viva, promovendo até o retorno da bicicleta de Armstrong.
No Facebook, a situação não é diferente. Na maior rede social do mundo, fãs do ex-novo ciclista criaram uma comunidade de “um milhão de cidadãos buscando a bicicleta de Armstrong”, situação que só foi criada graças a participação do norte-americano aos ambientes bem concentrados de conteúdos gerados pelo usuário.
Lance Armstrong é mais um exemplo de celebridade que abraçou [de forma correta] ferramentas sociais para construir sua própria mídia, como muito bem disse Tiago Dória com o ator Ashton Kutcher.
Foto: Darcy McCarty.



