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Overdose de Twitter na mídia gera novo burburinho: agora é a vez do Google
A imprensa especializada em tecnologia quer mesmo vender o Twitter. Depois da especulação envolvendo o maior “microblogging” do mundo e o Facebook, em uma negociação que rondava os 500 milhões de dólares, chegou a vez, é claro, do Google.
Segundo John Batelle, um dos fundadores da Wired, o sinônimo de buscas na web estuda a aquisição do mais novo “queridinho da web”. Um boato que cresceu nesta quinta-feira, mas que não mostrou valor financeiro nenhum.
Batelle usa como discurso o Youtube: o Google quer aumentar seu controle sobre os produtos de sucesso na web.
O Google tinha que comprar o Youtube. E isso é o que pode acontecer com o Twitter, mesmo com sua microplataforma Jaiku (que por sinal também foi adquirida).
A especulação só amplia a importância que o Twitter ganha a cada dia, principalmente após o fim da divulgação e propagação de personagens fakes para a construção de conteúdos a respeito do furado tema “o Twitter informou primeiro”.
O mais interessante de toda essa história é que o serviço, aos poucos, parece aquele bom jogador – mas em má fase no momento – que tenta se valorizar com informações ou especulações plantadas por terceiros para jogar em grandes clubes da Europa, por exemplo. Nesta situação, o procurador/empresário do atleta é a imprensa e o produto (Twitter), seu futebol.
Mas, cuidado: o pentacampeão Denílson saiu do Palmeiras pra jogar na Inglaterra e hoje é um reserva de luxo no modesto Itumbiara, de Goiás.




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