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Três euros mensais e não-necessários: custo para permanecer na Last.fm
A discussão envolvendo conteúdo pago na web ganha mais um capítulo nesta terça-feira. Last.fm, um dos serviços de streaming de música mais populares da internet, anunciou a cobrança de três euros por mês para seus usuários em todo o mundo, exceto Estados Unidos, Reino Unido e Alemanha.
Segundo o blog oficial da ferramenta, a exclusividade a “tríplice aliança” deve-se ao simples fato que a publicidade gerada no ambiente só garante a gratuidade nestes três grandes nichos. A mudança acontece dia 30 de março.
Quem está fora deste eixo pagará por três euros (oito reais, aproximadamente) por mês. Quem não assina terá acesso gratuito a 30 músicas, o que não deixa de ser uma restrição da restrição.
Last.fm vai na onda do The Times, que restringe sua bela hemeroteca há alguns meses, e sua movimentação pode desencadear um novo momento de cobrar por diferencial, conteúdo que poucos detém. O serviço social de áudio possui 30 milhões de usuários mensais.
A restrição pode provocar uma possível migração, por sua vez, ao Blip.fm, que anda mal das pernas, além de popularizar mundialmente o IMEEM, que traz a mesma premissa da “nova” Last.fm, porém com uma estrutura pequena e pensamento ainda local.
Em tempo: Thomaz Fernandes comentou outra situação que promoveu uma bela discussão no fórum da Last.fm: a demissão de uma parte da equipe, envolvendo a brasileira Graziela. Seria este o primeiro tiro no próprio pé?
Foto: Diceliving.




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