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	<title>Comentários sobre: O Jornalismo Colaborativo em Washington Times</title>
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	<description>Como a cultura digital e a tecnologia modificam pessoas – e o Jornalismo</description>
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		<title>Por: Rafael Sbarai</title>
		<link>http://derepente.com.br/2009/04/17/o-jornalismo-colaborativo-em-washington-times/#comment-5446</link>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Apr 2009 13:22:20 +0000</pubDate>
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		<description>@Welton,
Vale a pena ler o livro. E em inglês. Há muitas diferenças...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>@Welton,<br />
Vale a pena ler o livro. E em inglês. Há muitas diferenças&#8230;</p>
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		<title>Por: Welton Trindade</title>
		<link>http://derepente.com.br/2009/04/17/o-jornalismo-colaborativo-em-washington-times/#comment-5445</link>
		<dc:creator>Welton Trindade</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Apr 2009 03:05:18 +0000</pubDate>
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		<description>A minha última frase foi justamente inspirada em uma resenha que li sobre o livro de Keen, que acaba de ser lançado em português.
Keen está no meu altar!
Ouvir o leitor, a comunidade é uma coisa. Dá-lhe um microfone de forma irresponsável é outra. É o &quot;não tenho equipe para cobrir tantos acontecimentos em vários locais&quot;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A minha última frase foi justamente inspirada em uma resenha que li sobre o livro de Keen, que acaba de ser lançado em português.<br />
Keen está no meu altar!<br />
Ouvir o leitor, a comunidade é uma coisa. Dá-lhe um microfone de forma irresponsável é outra. É o &#8220;não tenho equipe para cobrir tantos acontecimentos em vários locais&#8221;.</p>
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		<title>Por: Rafael Sbarai</title>
		<link>http://derepente.com.br/2009/04/17/o-jornalismo-colaborativo-em-washington-times/#comment-5444</link>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2009 19:15:53 +0000</pubDate>
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		<description>@Welton,
A questão vai muito além do que está escrito e explanado.

Eu sou totalmente a favor de uma flexibilização e compreensão de como compartilhar uma informação hoje. Principalmente no momento em que tocamos no assunto &quot;ambiente virtual&quot;.

Há um grave e sério problema dos críticos envolvendo o tal Jornalismo Colaborativo. Sugiro a leitura de Andrew Keen - Cult of the Amateur.

É uma visão cética e forte envolvendo a ampliação da colaboração. Tenho uma opinião totalmente contrária ao do autor, que já possui idéias um pouco ´velhas´, mas é um passo para compreender e ter uma visão completa do que acontece hoje.

Abraço!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>@Welton,<br />
A questão vai muito além do que está escrito e explanado.</p>
<p>Eu sou totalmente a favor de uma flexibilização e compreensão de como compartilhar uma informação hoje. Principalmente no momento em que tocamos no assunto &#8220;ambiente virtual&#8221;.</p>
<p>Há um grave e sério problema dos críticos envolvendo o tal Jornalismo Colaborativo. Sugiro a leitura de Andrew Keen &#8211; Cult of the Amateur.</p>
<p>É uma visão cética e forte envolvendo a ampliação da colaboração. Tenho uma opinião totalmente contrária ao do autor, que já possui idéias um pouco ´velhas´, mas é um passo para compreender e ter uma visão completa do que acontece hoje.</p>
<p>Abraço!</p>
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		<title>Por: Welton Trindade</title>
		<link>http://derepente.com.br/2009/04/17/o-jornalismo-colaborativo-em-washington-times/#comment-5443</link>
		<dc:creator>Welton Trindade</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2009 19:04:21 +0000</pubDate>
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		<description>Vamos lá!
Uma coisa é a internet possibilitar a expressão de opiniões várias. Isso é incrível, revolucionário. Mas colocar essa opinião em um blog, por exemplo, assumindo tal como uma afirmação própria e dentro dos sistemas de valores de um blog é um tipo de postura, e outra é revestir esse mesmo posicionamento com todos os valores do jornalismo, mas não aplicá-los. Há sim uma hibridação aí que corrói o jornalismo. Enfim, é a ode ao amadorismo!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Vamos lá!<br />
Uma coisa é a internet possibilitar a expressão de opiniões várias. Isso é incrível, revolucionário. Mas colocar essa opinião em um blog, por exemplo, assumindo tal como uma afirmação própria e dentro dos sistemas de valores de um blog é um tipo de postura, e outra é revestir esse mesmo posicionamento com todos os valores do jornalismo, mas não aplicá-los. Há sim uma hibridação aí que corrói o jornalismo. Enfim, é a ode ao amadorismo!</p>
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		<title>Por: Rafael Sbarai</title>
		<link>http://derepente.com.br/2009/04/17/o-jornalismo-colaborativo-em-washington-times/#comment-5442</link>
		<dc:creator>Rafael Sbarai</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2009 18:42:57 +0000</pubDate>
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		<description>Welton,
tenho um ponto de vista um pouco diferente.

Mas, para isso, vou recorrer a um trecho do que escrevi quando terminei meu TCC, no ano passado:
&quot;Todo este espírito tecnológico reforçou e ampliou conceitos na Comunicação e quebrou, implicitamente, a premissa de considerar o jornalista um especialista da informação. Que pretensão seria essa? Por que atribuir à informação um domínio reservado?
Por que tal exclusividade? Assim, o ato de informar, o ato de escrever, encontra-se na mira da crítica social, obrigando seus atores a se explicar, obrigando as mídias a produzir um discurso que justifique sua razão de ser. Sua resposta é simples. Simplesmente oferecer poder ao leitor.&quot;

Existe um negócio que chama-se sentimento de pertencimento a rede. Acredito que existe uma necessidade e obrigação do jornalista/veículo de comunicação com o EX-consumidor de informação: isso valoriza quem lê e quem produz.

Jornalismo Colaborativo é criticado por diversos projetos ruins, mas agregar tal adjetivo não é correto. Há iniciativas boas e pertinentes, que deram certo e até mudou uma opinião pública em um país que o Brasil ainda inveja: a Coréia do Sul. É só procurar a história recente presidencial do país do continente asiático.

Abraço e obrigado pelo ponto de vista.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Welton,<br />
tenho um ponto de vista um pouco diferente.</p>
<p>Mas, para isso, vou recorrer a um trecho do que escrevi quando terminei meu TCC, no ano passado:<br />
&#8220;Todo este espírito tecnológico reforçou e ampliou conceitos na Comunicação e quebrou, implicitamente, a premissa de considerar o jornalista um especialista da informação. Que pretensão seria essa? Por que atribuir à informação um domínio reservado?<br />
Por que tal exclusividade? Assim, o ato de informar, o ato de escrever, encontra-se na mira da crítica social, obrigando seus atores a se explicar, obrigando as mídias a produzir um discurso que justifique sua razão de ser. Sua resposta é simples. Simplesmente oferecer poder ao leitor.&#8221;</p>
<p>Existe um negócio que chama-se sentimento de pertencimento a rede. Acredito que existe uma necessidade e obrigação do jornalista/veículo de comunicação com o EX-consumidor de informação: isso valoriza quem lê e quem produz.</p>
<p>Jornalismo Colaborativo é criticado por diversos projetos ruins, mas agregar tal adjetivo não é correto. Há iniciativas boas e pertinentes, que deram certo e até mudou uma opinião pública em um país que o Brasil ainda inveja: a Coréia do Sul. É só procurar a história recente presidencial do país do continente asiático.</p>
<p>Abraço e obrigado pelo ponto de vista.</p>
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	<item>
		<title>Por: Welton Trindade</title>
		<link>http://derepente.com.br/2009/04/17/o-jornalismo-colaborativo-em-washington-times/#comment-5441</link>
		<dc:creator>Welton Trindade</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2009 18:32:46 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://derepente.com.br/?p=1404#comment-5441</guid>
		<description>Ufa, que bom! Uma verdade dentro do tal jornalismo colaborativo: “não tenho equipe para cobrir tantos acontecimentos em vários locais”. Preciso dizer algo mais?
Esse tal de jornalismo colaborativo é isso! Colocação de peças de plástico na maquinaria metálica do carro de notícias.
Quer se relacionar com o público? Eu, veja bem, eu, já fiz isso e como? Com um conselho de leitores. Havia reuniões quinzenais e dali, jornalistas, esses seres tão substituíveis, saiam com as pautas e iam fazer o que se deve: ouvir vários lados, procurar dar objetividade à matéria, relacioná-la e contextualizá-la dentre outros procedimentos de um bom jornalismo.
Repito a frase que desmantela o jornalismo colaborativo: “não tenho equipe para cobrir tantos acontecimentos em vários locais”. kakaka</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ufa, que bom! Uma verdade dentro do tal jornalismo colaborativo: “não tenho equipe para cobrir tantos acontecimentos em vários locais”. Preciso dizer algo mais?<br />
Esse tal de jornalismo colaborativo é isso! Colocação de peças de plástico na maquinaria metálica do carro de notícias.<br />
Quer se relacionar com o público? Eu, veja bem, eu, já fiz isso e como? Com um conselho de leitores. Havia reuniões quinzenais e dali, jornalistas, esses seres tão substituíveis, saiam com as pautas e iam fazer o que se deve: ouvir vários lados, procurar dar objetividade à matéria, relacioná-la e contextualizá-la dentre outros procedimentos de um bom jornalismo.<br />
Repito a frase que desmantela o jornalismo colaborativo: “não tenho equipe para cobrir tantos acontecimentos em vários locais”. kakaka</p>
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