abr 29

Hulu sabe fazer social e já o 3º maior canal de vídeo dos EUA

Tag: tendenciasRafael Sbarai @

Pelo jeito, o Hulu está bem mais “social”. Um dos sites de vídeos de maior sucesso no momento – que oferece seriados e filmes gratuitos completos – dá passos largos em um grande nicho e torna-se, neste mês de março, o 3º canal de vídeo mais acessado dos Estados Unidos.

Segundo dados da Comscore divulgados ontem, Hulu superou o Yahoo em vídeos visualizados, alcançando a marca de 3% do mercado norte-americano, uma porcentagem de respeito e de grande destaque para um ambiente social de tão pouco tempo de nascimento.

Hulu começa a entrar em fase de amadurecimento e, aos poucos, mostra que suas tacadas foram certeiras ao longo dos últimos meses. Desde o início deste ano, por exemplo, começou a integrar com o Facebook Connect, permitindo que o interagente da maior rede social do mundo agregue uma coisa a outra.

A funcionalidade permite compartilhar com seu ciclo na rede social qualquer dado ou conteúdo visualizado em Hulu. Como disse em um outro post, isso reduz a criação de um serviço e, para o internauta, não há a necessidade de produzir um novo cadastro. O seu perfil do Facebook e do Hulu seriam uma coisa só.

O canal de vídeos produzido por cabeças da velha mídia (Fox e NBC) ainda permanece na quarta colocação no quesito vídeos vistos, sendo ultrapassado pelo Yahoo. Mas isso está com os dias contados…


Hulu atrás apenas de Fox e Google nos dados da Comscore

Hulu cresce como o Youtube em 2006 e é o queridinho das empresas cinematográficas e de pessoas que passam boas horas na internet. Além disso, foi considerado, em 2008, o maior destaque da web pela PC World. Pra você ver a responsabilidade e amplitude de tudo isso é só visualizar a posição do Twitter no mesmo ranking: 19º lugar.

O ambiente conseguiu agradar todos os lados realizando uma boa política de vizinhança. Além disso, gera lucro. Cerca de 12 milhões de dólares, segundo a Folha. O Youtube, por sua vez, continua buscando caminhos.

No Brasil, ainda não há a possibilidade de assistir aos vídeos do Hulu pelo seu site oficial. Enquanto isso, há artifícios para visualizá-lo em território nacional.

7 Responses to “Hulu sabe fazer social e já o 3º maior canal de vídeo dos EUA”

  1. Como o Spotify se movimenta para atrair um público alternativo | De Repente says:

    [...] API – a libspotify – é uma grande sacada para sua política , situação que começa a se tornar corriqueira na web. Muitos já começam a desistir de ter para apenas [...]

  2. Blip.fm não aprende e sofre mudanças que podem decretar seu fim | De Repente says:

    [...] Fundado em 2006, na Suécia, o projeto consegue agradar “Gregos e Troianos” da música: ouvintes e internautas, além de gravadoras, comprovando que estamos no momento de ACESSAR e não BAIXAR. Vide o caso Hulu. [...]

  3. MundoFox, o Hulu dos brasileiros, e a técnica do webisodes | De Repente says:

    [...] o início do ano, a mídia especializada em tecnologia do exterior só rasga elogios ao Hulu, ambiente de seriados e filmes gratuitos completos restrito apenas aos Estados Unidos que tornou-se [...]

  4. Alguém ai lembra do Joost? | De Repente says:

    [...] parece que não funcionou para Volpi. A ferramenta não conseguiu bater de frente com os concorrentes de peso, como o próprio Hulu e o TV.com, que apresentam conteúdos muito mais variados, interessantes e de [...]

  5. Como a Microsoft quer ser o Hulu do Reino Unido com o MSN Video Player | De Repente says:

    [...] é visível. Cercar terreno onde o Hulu ainda não domina. Um dos agregadores de vídeos de maior sucesso no momento – e que dá lucro – o Hulu tem data prevista para chegar ao território [...]

  6. thiago says:

    Multbit.com é um site de seriados online do brasil que tem mais de 30 series, entre elas lost, house, kyle é bem bacana, a parte de cada seriado é personalizada é legal mesmo.

  7. carlos7294 says:

    No caso do Hulu e da Fox é a priorização e a elitização dos acessos.
    Parece-me que a Disney comprou uma parte o que acredito que vai piorar mais o acesso de internautas fora dos USA.
    Elitização do consumo.

Leave a Reply