Mahalo, buscador feito por pessoas, pagará por produção em seus resultados

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O lançamento do Wolfram Alpha e o conceito de uma busca exata promoveram movimentações no mercado de pesquisas na web. Depois do aparecimento do Bing e o anúncio de reformulações no Yahoo Search, chegou a vez do Mahalo revelar a segunda versão de seu novo projeto: pagamento por contribuição aos resultados de sua busca. #

Mahalo não é tão conhecido assim no Brasil. Com um slogan participativo “uma busca feita por pessoas comuns“, o serviço não usa algoritmos como Google e Yahoo e ganhou grande destaque por tornar-se um bom agregador de informações durante o ataque em Mumbai, centro financeiro da Índia, no final de 2008. #

Jason Calacanis, idealizador do projeto, resolveu entrar na onda de pagamento na área de colaboração e confirmou que promoverá contribuições às pessoas que otimizarem as buscas em Mahalo. #

O objetivo de Calacanis é bem parecido com o da Wikipedia, mas um pouco mais centralizado e direcionado. Cada página terá um tutor, quase um “dono da informação”. O porteiro deste acervo será remunerado a partir dos anúncios que serão exibidos em “sua página”. #

A transação monetária, por sua vez, é semelhante ao do Ohmynews. Não chama-se dólar, euro ou real. Há uma espécie de Cybercash em moeda Mahalo. Cada Mahalo equivale a 75 centavos de dólar. #

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