Interessante e reflexivo um excerto de um estudo do Facebook que foi divulgado nesta segunda-feira no Indo Asian News Service. Rebekah Russell-Bennett, professora da boa universidade de Queensland, na Austrália, promoveu uma pesquisa sobre como homens e mulheres usam aplicativos (aos moldes de BuddyPoke, no Orkut) na maior rede social do mundo. #
Ficou constatado, por exemplo, que o sexo influencia na busca de serviços dentro do ambiente. Enquanto mulheres se interessam por apps para auto-expressão, homens dão preferência ao ato de competir, escolhendo ferramentas para estimular desafios. O relatório completo será divulgado no final deste mês, na Inglaterra. #
A idéia de transferir conjunto de princípios acadêmicos para o ambiente mercadológico é extremamente válida. Situação que – infelizmente – não é valorizada no Brasil. Tornou-se lugar-comum, por exemplo, portais bombardearem o Orkut com aplicativos de futebol. Foi assim com Uol, Terra, Globo e agora com o iG. Mesmice pura. #
Enquanto o país vai no mais do mesmo, é interessante analisar a infinidade de grupos e ferramentas produzidas exclusivamente ao Facebook, nicho que pode atrair tráfego/consumo a sua marca. No jornalismo, a receita não muda. #
Já há alguns meses foco o Facebook para tentar entender e promover conteúdos pertinentes dentro da rede social. Apesar de não ser tão popular no Brasil, FB conquista adeptos no território nacional. Não à toa que o país obteve o maior crescimento na América do Sul, segundo estudo divulgado recentemente pelo O´Reilly Radar. #
Foto: Amber Rhea.
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