Michael Jackson, 11 de setembro e a informação


Difícil de acreditar que realmente aconteceu

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Homenagem um tanto quanto inusitada ao astro #

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Responsabilidade e compromisso com milhões de espectadores: pelo menos em tese
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  • http://www.derepente.com.br Felipe Jannuzzi

    A morte dele realmente foi uma surpresa. Fiquei sabendo pelo rádio – que pegou a informação da internet.
    Mas engraçado que só foi a ficha quando assisti a declaração seguida de imagens e fotos no Jornal Nacional.
    Vendo a TV ainda esperava alguma noticia mais animadora. Mas infelizmente o divulgado na rede foi confirmado.

  • Erika Neves

    Ótima reflexão, Nikolas! ;-)

  • http://fiztv.uol.com.br/f/Usuario/index/10553 Nikolas Maciel

    @ Felipe
    Cara, foi exatamente o mesmo sentimento que eu tive! Exatamente o mesmo. Vi a notícia na internet mas pensei “não, imagina! Na TV vai ter alguma notícia mais animadora ou vão falar a verdade”…
    Quando vi no Jornal que ele tinha morrido aí sim bateu a tristeza de verdade.

    Sem contar que foi muito de repente isso ne? Não era algo esperado…

  • http://fiztv.uol.com.br/f/Usuario/index/10553 Nikolas Maciel

    @Erika
    Muito obrigado!

  • Welton Trindade

    Nossa, que maravilha ver um texto com o reconhecendo do poder ainda da TV. Sou estudante de mestrado na PUC-SP e sofro “discriminação” por estudar TV e ainda mais novela. Parece, para os modernóides, que televisão é algo fora do mundo, que já não influencia nada. Só tweets importam. E estamos longe de isso acontecer. Twitter no Brasil: 650 mil usuários. Enquanto isso: a média de audiência da novela das oito da Globo é, praticamente, o número de usuários de internet no Brasil. Nem falo dos que vêem TV.

  • Nikolas Maciel

    @ Welton Trindade
    Realmente é impressionante como alguns valores tendem a se inverter nas classes mais letradas do Brasil (e falo isso com um enorme quê de auto-culpa). A TV deveria ser um de nossos maiores orgulhos: somos um dos maiores e mais competentes polos produtores de conteúdo dessa que é uma das mais tradicionais e consolidadas mídias do mundo. Mas, existe uma resistência muito grande em se refletir sobre ela nas universidades.
    No meu ponto de vista, existe sim muito o que melhorar no conteúdo e na forma como se faz a programação da TV brasileira, mas ao ignorá-la em termos intelectuais não contribuímos em absolutamente nada e agimos de maneira infantil e preconceituosa. Aliás, este é o perfil de muitos órgãos acadêmicos do Brasil que encaram a TV como algo menos nobre e refinado do que o cinema ou as artes plásticas.
    Ironicamente, no entanto, isso tende a se esmaecer (e quem sabe não se reverta) uma vez que com a TV digital e a possibilidade da Multiprogramação toda essa “elite” cultural brasileira passará a enxerguar na TV uma porta de visibilidade e contato com o público para sua produção. Quem sabe então, o curta-metragem passe a ‘existir’ propriamente dito e a fazer parte da cultura do brasileiro de maneira mais abrangente.

    Nah!

    Mesmo assim, parabéns pela pesquisa. Gostaria de conhecê-la quando pronta!