O fim comercial da caixa de comentários e a "teoria" do Ripple Effect


Não olhe apenas onde a pedra tocou na água inicialmente. Acompanhe a onda

Quem acompanha o blog viu um post de dias atrás que escrevi sobre um possível fim da caixa de comentários em blogs e e ambientes noticiosos. O anúncio comercial nihilista – feito por Khris Loux para enaltecer seu novo produto, o Echo – não é tão novo assim. Ana Neves, nos comentários, falou de uma “teoria” que não destaquei no post, o “ripple effect“.

Ana nos conta que ouviu sobre o assunto em 2008, com  Stowe Boyd, durante conferência dedicada à tecnologia que aconteceu em Lisboa, em Portugal. Eu tinha lido algo sobre lá em 2002, com um artigo do Newman. Em um bom português, “ripple effect” é conhecido como “efeito onda”.

Ou seja, é imprescindível acompanhar o movimento da pedra quando jogamos ela na água. O efeito de propagação de uma onda é consequência de um ato. Não deve-se ficar olhando apenas um ponto fixo. É mais do que necessário acompanhar a expansão deste ato.

Isso é facilmente traduzido na caixa de comentários. É mais do que uma regra pra quem mexe com mídia social e produção de conteúdo. As pessoas encontraram outros mecanismos e de maior feedback para relacionar e opinar a respeito de um assunto em específico.

Twitter, Facebook e Orkut – em menor escala – estão aí para contar a história. Há uma dispersão da reação do internauta. Nada mais justo e sensato agregar toda e qualquer tipo de situação. Atributo que espero que o Echo faça: reunir comentários distribuídos em redes em uma simples caixa de comentários de um post.

Foto: JustGettingStarted.

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    Continuo dizendo: ainda prefiro o ping.fm.

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