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Woofer, quem?

Tag: culturaweb,curiosidade,tendencias,twitterNikolas Maciel @

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“Quando 140 caracteres não são nem de perto suficientes”

Observando iniciativas na internet, durante os mais de 3 anos de vida do DeRepente, já vimos muitas bizarrices soltas rede afora. Essa definitivamente está entre as top 10!

Woofer: um serviço de micro-macro-blogging que oferece espaço aos seus usuários para que se expressem em até 1400 caracteres. Exatamente! 10 vezes mais caracteres que seu “irmão” de gênero, o Twitter. Aliás, observando por alto a plataforma, fica impossível não fazer essa associação. O nome é uma referência bem-humorada (woofer = latir mais alto, ou algo do gênero), o  layout é uma cópia descarada e tudo que está relacionado ao site é uma referência ou até mesmo uma paródia do Twitter.

O complexo de comparação com o fenômeno das mídias sociais dos últimos anos é levado na esportiva, e de uma forma razoavelmente esdrúxula.

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Saquei: é só pra chamar a atenção! E conseguiram! Muita gente está twittando o Woofer.

Fica um tanto quanto difícil de fazer uma análise sobre até que ponto isso é uma iniciativa séria, ou uma tentativa de causar buzz em direção ao nome da empresa por trás dela, a Join the Company LCC. E, pesquisando um pouco, não é difícil chegar a essa conclusão: a empresa está desenvolvendo um misterioso game que promete revolucionar a internet e o modo como navegamos, e para isso está recrutando “DE’s” (Distraction Engineers = Engenheiros de Passatempo…) para participar de sua iminente empreitada.

Mais do que o bizarro Woofer, vale a pena manter um olho na direção desta iniciativa, afinal de contas todos estamos sempre atentos às novidades. Quando elas são de fato, novidades!

Ironicamente, via Twitter.

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6 Responses to “Woofer, quem?”

  1. nadja says:

    Eu levei na esportiva. Achei a iniciativa bem divertida,
    mas no próximo final de semana ninguém lembrará mais. :D

  2. Felipe Carriço says:

    Uma coisa que achei interessante neste caso é que o Woofer não está tentando de forma nenhuma abocanhar uma fatia do mercado do Twitter. Acredito, inclusive, que o Twitter já está consolidado a nível de não competição.

  3. Nikolas Maciel says:

    @Nadja
    Olha, eu duvido muto que alguém se interesse pelo serviço, mas a iniciativa chamou bastante atenção!
    Eu chutaria que só daqui há umas duas semana, aí sim, ninguém mais vai se lembrar. =D
    Mas na verdade, não importa! O Buzz que eles queriam foi causado, e quem é especializado no meio já vai ficar de olho nas iniciativas dessa empresa.

    Missão cumprida pra eles!

  4. Nikolas Maciel says:

    @Felipe
    Eu concordo com você. O Twitter já passou da fase de novidade, até mesmo aqui no Brasil, pra se consolidar como uma plataforma funcional e que tem adesão crescente de público. O Woofer se aproveita disso pra disfarçar outra iniciativa da empresa que está por trás dele.
    O que é interessante, é que todo mundo falou disso hoje e, estamos no Brasil, que não nem é o público da empresa. Isso mostra na prática que a distância física já não é um empecilho para o sucesso ou pelo menos o buzz de startups na internet, mesmo!

  5. Felipe Jannuzzi says:

    Apesar do buzzz funcionar… me parece uma estratégia cara de marketing… E é o tipo de serviço que pode ter o efeito contrário… vai que o “10x Twitter” não aguenta o volume de informação e começar a “dar pau”(o que acontece muitas vezes com o próprio Twitter)… Pq vcs sabem: cachorro que late não morde… (Au Au pro Woofer)

  6. Nikolas Maciel says:

    @Felipe
    Concordo com você, mas ao mesmo tempo concordo com a Nadja, daqui a pouco tempo ninguém mais lembra disso. E pensando sob ma perspectiva mais otimista, se esse negócio dá certo e aumenta o volume de usuários e tudo mais, os caras vão ter sucesso numa empreitada que basicamente tinha intuito de causar buzz.
    Se o Woofer der certo, os caras ganham, pois arranjam investidores facilmente. Se o Woofer der errado, os caras também ganham, pois já causou o buzz que eles queriam.

    Pro resto do seu coment…. no coments, haha!

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