
De extrema importância o gráfico construído pelo La Informacion.com envolvendo a velha máxima do conteúdo pago na web. O site produziu uma espécie de mapeamento com os principais meios digitais online e, em abas, mostrou o que é restrito ou não a um usuário comum da web.
No caso, foram selecionados onze veículos de quatro nichos específicos (Estados Unidos, Espanha, França e Reino Unido), ambientes virtuais que norteiam e “definem”, geralmente, o que vai acontecer por aqui daqui alguns meses.
Mais uma vez, fico com o destaque do Wall Street Journal, publicação “segmentada” e que consegue lucrar ou obter novas rendas a partir destas assinaturas por usar um método híbrido de propagação de informação: um mix de conteúdo pago e aberto a qualquer um. Dentre os analisados, o que há menos “restrições” é o bom LaVanguardia.es.
Outro aspecto bem relevante é a aba Micropagamentos: três dos onze em destaque já começam a usar tal artifício. Por acaso, o próprio WSJ estuda usá-lo nos próximos meses: o leitor vai pagar não por um todo, mas um excerto de artigos ou notícias. É uma alternativa a quem não pretende e não quer pagar uma assinatura completa de 103 dólares anuais.
No meio de toda essa discussão, o Jeff Jarvis fala em hiperdistribuição e não restrição como futuro dos meios digitais.
Dica do Boombust.
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