O "êxodo" do Facebook e a construção de uma falsa cidade-fantasma


Para um restrito grupo, este é o retrato do Facebook: uma cidade-fantasma #

Facebook-nyt #

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  • Fernandinha

    Bela análise Rafael.
    Mas tem alguns jornalistas que não tem assunto e ficam pensando em derrubar potenciais como oF acebook.

  • Beto Gerosa

    Pois é, Rafa, profetas, consultores e palpiteiros existem desde de sempre. A rede, como tudo, so amplifica estas vozes. Agora, o sujeito dá esta informação “87.7 million unique visitors in the United States in July.” e diz que a vaca vai para o brejo? Claro que existe uma explosão e uma adequação. Não seria esta a melhor a abordagem?
    Boa nota, abraço

  • http://derepente.com.br Rafael Sbarai

    @Fernandinha,

    Obrigado.
    Acompanho há algum tempo a Virginia – jornalista do NYT que publicou a nota. Parece ser uma pessoa séria, com boas intenções e reportagens, porém dá alguns tiros no pé quando tenta profetizar alguma coisa.

    Isso é uma “sinédoque” de uma rede social: pequena parte de um todo. Vamos encontrar insatisfeitos, revolucionários e alternativos no Orkut, Facebook, Twitter… enfim…

  • http://derepente.com.br Rafael Sbarai

    @Beto Gerosa,

    Fala Beto!
    Sim, a web viverá de profetas e consultores e tantas outras coisas. Até eu mesmo, às vezes, me encaro em uma dessas perspectivas pra ajudar a unir Jornalismo e Tecnologia.

    Tem uma frase no Manifesto Internet, divulgado ontem, que diz muito bem isso:
    “Os media têm de adaptar os seus métodos de trabalho à realidade tecnológica actual, em vez de a ignorarem”:

    Sobre a adequação, concordo muito contigo.

    Nem citei valores pq quem acompanha o blog já deve estar “cansado” desta tecla na qual bato há algum tempo: enquanto a mídia especializada no Brasil não para de falar de números do Twitter, o Facebook cresce na mesma medida, só que no mundo.

    Conseguiu tomar nichos dominados por redes locais, como na Espanha. Lembro que até tinha feito um estudo com uma rede local de lá, o Tuenti. Um ano depois, vai ver quem domina lá: Facebook. E está assim em quase todos os países.

    A leitora que me pediu uma opinião citou algo bem interessante e que fiquei preocupado em escrever, pois isso deve-se tomar cuidado: o “fenômeno” de contracultura.

    Seria outra abordagem que, tanto eu quanto a Virginia do NYT poderia ter destacado. Este êxodo é contracultura?!…

    Grande abraço!

  • http://nadjapereira.com Nadja Pereira

    É verdade essa questão do conteúdo que você regula e que você põe na rede.

    Além disso, é interessante notar que, talvez, o tráfego, a audiência e números não se apliquem totalmente as redes sociais. Acho que a agregação social é o mais importante no Facebook, que se verifica perfeitamente nos aplicativos.

  • http://derepente.com.br Rafael Sbarai

    @Nadja,

    É Nadja. Vejo o Facebook como a rede mais flexível no quesito de privacidade. Você se expõe apenas se quiser. Isso acontece até com criação de páginas e tudo mais.

    Os aplicativos são mais outros ingredientes que alimentam a audiência do FB. É só dar uma olhada em posts falando Social Games…