
Aos poucos, o Twitter vai perdendo o caráter de ser “simples” para não parar no tempo e atrair cada vez mais adeptos. No início desta semana, será discutido internamente a possibilidade de lançar uma aplicação de geolocalização integrada a ferramenta, o que possibilita mostrar o local onde o usuário produziu uma mensagem de 140 caracteres.
O atual maior fenômeno tecnocultural da web já tinha até discutido isso em seu blog oficial, no mês passado, mas só desta vez o projeto será lançado. Twitter vai buscar, a partir de API´s, a possibilidade de armazenar dados de ubiquidade geográfica, não só apenas no perfil, mas também em cada conteúdo digitado e postado.
A grande preocupação do momento aos desenvolvedores é a questão da privacidade, tão elogiada e enaltecida em uma rede que cresce muito no exterior: o Facebook. O usuário do Twitter terá a possibilidade de habilitar ou não a funcionalidade de visualizar o local onde você produz mensagens, sendo que depois de 14 dias, esta informação será eliminada.
A idéia é parecer cada vez mais ao UberTwitter, aplicativo de grande uso por aparelhos de celular BlackBerry, que possibilita produzir mensagens e visualizar conteúdos de seus amigos, além de enaltecer o caráter de geolocalização, que permite buscar, por exemplo, palavras-chave como “almoço” e visualizar se seus seguidores estão próximos de você.
Se fosse pra estabelecer uma relação, o Twitter fica cada vez mais parecido com um serviço que falei aqui, no blog, lá em julho do ano passsado. Metaki é um serviço de mensagens com até 140 caracteres que organiza eventos com amigos utilizando do aplicativo de mapas da Google.
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