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O Spotify ensina como ter contas pro: ter a possibilidade de ouvir música offline

Quem acompanha o blog nos últimos meses percebe que dificilmente produzo críticas ao Spotify, serviço de músicas que cada vez mais tem um caráter de biblioteca musical. Nesta quinta-feira, a empresa revelou uma de suas maiores novidades nos últimos meses: a possibilidade de acessá-lo sem estar conectado à internet.
O artifício de utilizar um aplicativo – e este sendo móvel – tornar-se-á cada vez mais comum na web. Vide o alarde que a Google produziu com o seu Gmail offline. No caso do Spotify, há uma proposta de você criar uma playlist, configurá-la e armazená-la em seu dispostivo móvel (celular) ou computador. Aí há uma sincronização das músicas e pronto: conseguirá ouví-las sem conexão alguma.
A construção e possibilidade de ouvir música offline, porém, produziu custos. E Spotify soube muito bem lidar com este tipo de situação: apenas os usuários que possuem um perfil Premium terão esta funcionalidade nos próximos dias.
Spotify usa a mesma premissa do Wall Street Journal em “hibridizar” seu conteúdo. Produz um mix de livre e restrito, atrai adeptos por ter um aplicativo de características exclusivas e se mantém à frente de seus rivais, como iTunes, Last.fm e Pandora.
É a velha e boa ideia de construir um grupo privilegiado. Uma tática bem semelhante que a própria Google começa a fazer com o Wave, por exemplo. É só visualizar as palavras-chave mais propagadas no Twitter nos últimos dois dias. No caso do Spotify, o único grande ruído ainda da ferramenta é sua possibilidade de não acessá-lo no Brasil.
Foto: Anders Sorberg.
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outubro 4th, 2009 at
Interessante o seu ponto de vista em modelos híbridos.
Vou ficar de olho.
Valeu Rafael
outubro 5th, 2009 at
@Raul Fernandes,
Não é nada novo, mas é uma das poucas maneiras que gestores de informação estão encontrando para solucionar problemas internos envolvendo receitas.
Abs