
O Facebook começa a seguir uma risca jamais vista na web: alcançar 50 milhões de novos usuários na ferramenta a cada dois meses. Nesta quarta-feira, segundo carta aberta publicada pelo fundador Mark Zuckerberg, a rede social chegou a marca de 350 milhões de usuários em todo o mundo. Em julho deste ano, contava com 250 milhões. Se fosse um país, seria o 3º mais populoso no planeta.
O anúncio destacado no blog foi apenas mais um artifício para delimitar a série de reformulações que serão feitas. Mas, no discurso da empresa, a história é diferente: esquecem do visual para pensar na privacidade pessoal. Mark Zuckerberg revelou a intenção em adotar uma série de recursos que possibilitam maior controle ao usuário. Com isso, qualquer conteúdo distribuído na rede social terá mais opções de como propagá-lo.
Nas próximas semanas, toda pessoa cadastrada no Facebook receberá uma notificação para revisar, atualizar ou até mesmo alterar configurações de privacidade, que envolvem desde dados pessoais a participação na rede.
E é este o caminho que Zuckerberg produz para diferenciar sua rede social de Twitter e Orkut: a privacidade é um elemento imprescindível para a construção de um ambiente virtual participativo. Não à toa que o próprio fundador define Facebook como uma “social utility” – utilitário social.
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