fev 02
Para estudantes, Kindle é um aparelho ‘primitivo’

Pela segunda vez nos últimos meses, me deparo com um estudo negativo envolvendo o Kindle, e-reader da Amazon. Desta vez, um relatório com estudantes da Universidade da Geórgia, nos Estados Unidos, aponta um fracasso na tentativa que fomenta a adaptação de textos impressos palpáveis em equipamentos digitais de leitura. Para os entrevistados, faltam recursos básicos vistos em outras plataformas móveis.
Segundo a pesquisa da instituição, jovens leitores do Kindle sentem falta de visualização de fotos, cores e, principalmente, a possibilidade de tocar na tela – o touchscreen. Todas as características foram alegadas a partir do uso de outras ferramentas móveis. Principalmente o uso do celular.
O relatório é pertinente, possui premissas de boas discussões, mas não podemos usá-lo como parâmetro para avaliação de um produto. Jovens, apesar de sua maioria, não são estabelecidos como padrões de comportamento.
Trata-se de uma fatia de um público-alvo que ainda não foi definido pela Amazon. A própria empresa não sabe se seu leitor digital vai interessar aos meios digitais como “forma de sobrevivência do impresso” ou uma ferramenta inovadora direcionada ao público acadêmico.
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fevereiro 19th, 2010 at
A sensação de que falta algo não é exclusiva do Ipad
http://derepente.com.br/2010/02/02/para-estudantes-kindle-e-um-aparelho-primitivo/