Vale a pena acompanhar uma série de cinco boas reportagens da revista Slate sobre os últimos dias do iraquiano Saddam Hussein. A publicação mostra como o exército norte-americano produziu estratégias em ambientes virtuais online de grande participação e com uma malha de conexões – como o Facebook – para capturar o ditador. #
A mesma teoria que originou o Facebook e sua própria página provocou a criação de uma malha de contatos – olha as teias sociais - que levou dirertamente ao paradeiro de Hussein. A ideia partiu do Coronel James Hicke, que encontrava neste caminho um artifício para auxiliar na busca. #
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