Curso de ‘Mídia Social’ na FAAP

Compartilhe!

    Semanas atrás, durante um encontro para o anúncio do logo da Copa do Mundo de 2014, no Brasil, encontrei Eric Messa, professor do curso de Comunicação e Marketing da FAAP. Não tivemos muito tempo para conversar, mas ele havia adiantado uma novidade – a criação de um projeto acadêmico de Mídia Social. Agora é oficial.

    A Pós-Graduação da Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP) abrigará, em outubro, um curso de extensão – sob a coordenação de Messa – sobre tendências e estratégias em ‘mídia social’. O objetivo do projeto é “identificar formatos e modelos de comunicação emergentes, além de analisar cases inovadores referentes ao uso das mídias sociais.”

    O corpo docente será formado praticamente por profissionais de comunicação, o que não descarta a idéia de apresentar linhas de pensamento de outras esferas. Assuntos envolvendo sociologia e tecnologia estão intrinsecamente relacionados ao tema. É só lembrar a sugestão propagada aqui, no blog. Um artigo sobre a motivação que envolve adeptos da Wikipédia foi produzido pela Universidade de Nova York, que não tem relação alguma com comunicação.

    As inscrições já estão abertas e tem carga horária de 120 horas, com aulas às segundas e quartas-feiras, além de um sábado por mês. Para participar, não é exigido o diploma de graduação, uma vez que é um programa de extensão. No entanto, o candidato passa por uma análise curricular. Mais informações podem ser encontradas no site da FAAP.

    Compartilhe!
      • http://guilhermescalzilli.blogspot.com/ Guilherme Scalzilli

        É meu
        Os órgãos que representam as grandes empresas de comunicação, como Abert e ANJ, defendem plataformas contraditórias. Acham que o governo deve limitar a participação do capital estrangeiro, mas rechaçam qualquer possibilidade de fiscalização pública sobre o conteúdo da mídia.
        Para garantir a reserva de mercado, invocam a lei. Mas a possibilidade de acompanhar, discutir e rever concessões de rádio e televisão, igualmente legal, parece coisa do capeta. Curiosa maneira de defender a liberdade de expressão.

      • Patrícia Kusunoki

        Ótima notícia!!!!!!