Uma das maiores críticas disparadas ao ecossistema do Facebook é a dificuldade em buscar assuntos na maior rede social do mundo. De fato, a plataforma não pode ter o mesmo princípio público do Twitter por conta das discutíveis questões de privacidade. No entanto, é árdua a tarefa de mensurar uma informação. É um enovelamento. #
Apesar da dificuldade, muitas publicações – inclusive brasileiras – encontraram na rede de Mark Zuckerberg um espaço para pescar leitores. Trata-se da aposta de pensar menos centralizado e mais distribuído para disseminar notícias. Contudo, faltou foco do FB na categoria notícias. Cenário que deverá ser modificado. #
Recentemente, Bret Taylor, cofundador do Friendfeed e atual diretor de tecnologia do Facebook, revelou a intenção da empresa em priorizar o que é considerado como ‘social news‘. Sem revelar detalhadamente a nova estratégia da empresa, Taylor sugeriu que terceiros construíssem modelos atrelados ao Facebook. É a aposta de aproveitar as API´s públicas para construir um serviço de utilidade aos mais de 600 milhões de usuários. #
Para estimular terceiros, Taylor se apoiou no sucesso da Zynga, empresa que desenvolve games para a rede que, em pouco tempo, virou uma gigante: se tornou mais valiosa que a EA Sports, detentora dos direitos dos jogos de futebol Fifa. Diz o empreendedor: “Estamos animados com corporações que iniciam seus primeiros passos com o Facebook. O mesmo pode acontecer no setor de notícias”. #
Na oportunidade, o site quer ganhar um terreno desbravado – mesmo que seja de forma involuntária – pelo Twitter. Nos últimos acontecimentos sazonais, a rede de mensagens fora usada por publicações como termômetro do que é visto em mídias consideradas clássicas – entenda-se aqui televisão. E o recente infográfico desenvolvido para o jogo das estrelas da NBA, na última semana, pode ilustrar um cenário otimista à maior rede social do mundo. Por um Facebook como plataforma de notícia não será nenhuma novidade. #
Foto: Misterspoon. #
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