Chris Cross, do Guardian, ministra palestra de visualização de dados na Faap

chris-cross-guardian-faapNa próxima quarta-feira, às 19h30, no centro de convenções da Faap, em São Paulo, Chris Cross, designer de interação e um dos profissionais do time de visualização de dados do jornal britânico The Guardian, fará uma palestra especial às pessoas interessadas no universo da comunicação digital. Para se inscrever, acesse o site do Hacks and Hackers e preencha o cadastro. A entrada é gratuita.

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Um cenário — quem diria — otimista para o Jornalismo

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Nesta quarta-feira, o Pew Internet Research divulgou a mais nova edição do The State of The News Media, relatório anual sobre as perspectivas do mercado do jornalismo americano. É a pesquisa mais importante no setor — e discutida aqui, no blog, desde 2008. O levantamento, relativo ao ano de 2013, escancara os problemas do setor, carente de inovações, mas apresenta — quem diria — uma versão otimista do jornalismo por duas razões: titãs acostumados a fazer dinheiro no mundo virtual iniciam investimentos em empresas de mídia e relativo sucesso de novas publicação com DNA digital. Um ponto, no entanto, foi encoberto por uma grande montanha de dados: a capacidade de criar equipes multidisciplinares.

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O pano de fundo do sucesso do Buzzfeed

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Como um foguete, o Buzzfeed se tornou um dos destinos on-line mais visitados do mundo. Principalmente entre os (valiosíssimos) jovens, grupo que – apontam estudos controversos – não curte mais o Facebook. Criado em 2006 por Jonah Peretti, cofundador do Huffington Post, o site já é reconhecido como a bíblia dos modernos: seus textos mesclam notícias a conteúdos descompromissados, humor e, evidentemente, memes. Seu valor: vender distração, assim como fazem seus concorrentes Twitter e Facebook.

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Curso de Jornalismo de Dados (Comunicação em Dados) na Faap

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Noventa por cento de todo o conhecimento humano já está disponível digitalmente e gratuitamente à população interconectada. Governos – em todo o mundo, incluindo o Brasil – começam a disponibilizar paulatinamente informações detalhadas de suas atuações, assim como gastos (excessivos ou desnecessários) para serem investigados por milhões e milhões de pessoas. Esses ingredientes são pedras preciosas para avaliar problemas endereçadas a um público: a sociedade. Falta, no entanto, uma lupa – e um jornalista para separar o joio do trigo, o importante do irrelevante. É com esse objetivo que tenho o orgulho de compartilhar com vocês um projeto do qual serei coordenador, ao lado de Alec Duarte: a abertura da primeira turma do Curso de extensão de Jornalismo de Dados (Comunicação em Dados) da Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), que acontecerá nos próximos meses deste ano.

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Minha participação no Virei Viral

Entre os dias 24 e 27 de outubro, acontece no Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB), no Rio de Janeiro, o Virei Viral, festival que visa apresentar o modo como as pessoas consomem distribuem conteúdos digitais. Na ocasião, estarei presente no último dia para partilhar experiências de empresas que descobriram, nesse universo, a maneira de potencializar suas marcas na rede.

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Os pilares da negociação entre Jeff Bezos e Washington Post

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O tradicional jornal americano Washington Post, acostumado a estampar reportagens históricas, virou notícia. Nesta segunda-feira, o fundador e CEO da gigante de varejo digital Amazon Jeff Bezos adquiriu o grupo responsável pela publicação do impresso por 250 milhões de dólares. A negociação, pessoal e inesperada de Bezos, levanta mais uma discussão acerca do futuro do jornalismo – e mostra um novo olhar de um executivo de 49 anos que busca mudar completamente a forma como as pessoas e empresas distribuem, compram e consomem conteúdo.

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A adesão do Jornalismo Digital ao universo dos e-singles

A admiração pela reportagem multimídia Snowfall, do The New York Times, não está apenas no encanto visual e na excelência de seu texto, apanágios que contribuíram para a conquista de um Pullitzer, considerado o Oscar do Jornalismo. Está, sobretudo, no modelo de negócio de um setor que carece de inovação: a adesão ao universo dos livros. A reportagem está disponível gratuitamente na web – e também à venda por 2,99 dólares aos leitores que desejam armazenar a história em seu smartphone ou tablet. Esse caminho também é trilhado por outras publicações digitais: Washington Post Wall Street Journal têm histórias jornalísticas transformadas em minilivros. Há algumas semanas, o Brasil ganhou seu primeiro projeto no setor.

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Copa das Confederações: faltou inovação ao Jornalismo

A nona edição da Copa das Confederações, conquistada no último domingo pela seleção brasileira de futebol, ficou marcada pela falta de inovação do Jornalismo com os maiores interessados, os consumidores finais. Se na última edição das Olimpíadas, em 2012, em Londres, as publicações digitais usaram e abusaram dos recursos tecnológicos para produzir conteúdo, a competição que reuniu os campeões de cada confederação não recebeu a mesma atenção: poucos sites de notícia apostaram na interatividade e produção que transcende a tradicional cobertura jornalística recheada de textos, fotos e vídeos. Foi a competição do uso tímido dos dados. Alguns destaques:

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É o fim do Editor de Mídia Social?

Em agosto de 2010, o físico e editor-chefe da revista Wired, Chris Anderson, recebeu os holofotes virtuais para sentenciar a morte da web. Seu argumento é baseado no crescente uso de dispositivos móveis que possibilitam acesso à internet sem passar por algum endereço www. Não convenceu. O mesmo aconteceu com o iPod, e-mail e, recentemente, com o Facebook. Sentenciar o fim de uma plataforma ou profissão em detrimento da tecnologia já não é mais novidade. Chegou a hora, contudo, do cargo de editor de mídia social.

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O Brasil criou seu mercado de startups. O Jornalismo, por ora, não percebeu

O Brasil, enfim, começa a acompanhar o crescimento (e amadurecimento) das chamadas startups locais – empresas que têm geralmente em seu DNA a inovação e operam com lógica de experimentação rápida, segunda a qual apenas as ideias que logo se mostram promissoras recebem os maiores investimentos. Até recentemente, empreendedores e investidores brasileiros deslocavam seus negócios – e atenção – para o Vale do Silício, região na Califórnia, Estados Unidos, região que respira tecnologia. Hoje, contudo, os testes começam a ser verificados em solo nacional. O Jornalismo, uma das áreas que mais carece por inovação, acompanha atentamente o setor. Bem distante. Com um binóculo.

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